saneamento basico

Guia de Compras

Misturadores | Sigma

Misturadores | Sigma

A Sigma Tratamento de Águas fornece solução completa de equipamentos para mistura, atendendo às necessidades de cada processo.

Faça sua Cotação Agora

Descrição Completa

Misturadores

A Sigma Tratamento de Águas fornece solução completa de equipamentos para mistura, atendendo às necessidades de cada processo. A Engenharia da Sigma realiza um trabalho contínuo no desenvolvimento de equipamentos, visando a elevada qualidade e o desempenho excepcional no atendimento à necessidade de cada cliente, garantindo e protegendo as etapas seguintes do processo de tratamento de águas e efluentes.

Para melhor operação e redução de custos operacionais das Estações de Tratamento de Efluentes (ETEs) e das Estações de Tratamento de Água (ETAs) é muito importante a mistura homogênea dos efluentes nos tanques de equalização, em reatores biológicos, na dissolução e preparo de compostos e na dispersão de produtos químicos.

A importância de uma boa mistura é muitas vezes subestimada e deixada em segundo plano, porém ela é determinante para que o tratamento alcance os resultados esperados, garantindo o melhor funcionamento dos processos e operações unitárias. A Sigma desenvolve e fabrica vários modelos e mecanismos para mistura, dos mais diferentes tipos de características físicas, químicas e biológicas, indicados para a mistura completa das mais diversas de substâncias líquidas, sendo dimensionado especificamente para cada aplicação.

O misturador da Sigma pode ser utilizado em processos de diluição ou homogeneização de líquidos, incorporação de sólidos em soluções, suspensão de partículas decantadas, aceleração de resfriamento de líquidos, homogeneização da temperatura de líquidos, entre outras aplicações.

O misturador da Sigma incorpora robustez, durabilidade, construção compacta e facilidade de manutenção, apresentando excelente relação custo x benefício. O mercado vem apresentando novas aplicabilidades para esses equipamentos conforme eles são implementados em novas ETAs e ETEs ou nas ampliações das estações já existentes e, para isso, a Sigma possui diferentes tipos de equipamentos de mistura, de acordo com as características de cada planta do cliente e com mecanismos dedicados à necessidade singular de cada processo.

Por meio do esforço e dedicação em garantir um processo de seleção confiável e eficiente, a Engenharia da Sigma oferece um amplo portfólio de layout e perfis que são adaptados às necessidades locais de cada processo, garantindo a proteção das instalações nas etapas seguintes. A maior parte dos nossos equipamentos é construída em monoblocos, permitindo uma integração perfeita com estações novas ou existentes, em que todos os projetos são simulados e/ou testados em fábrica, para uma operação contínua de alto desempenho e confiabilidade nos sistemas de tratamento de águas e efluentes.

LEIA MAIS SOBRE O PRODUTO

Vídeos, Artigos e Notícias - Mais Recentes
A cada três litros de água tratada que saem de uma estação de saneamento no Brasil, um desaparece antes de chegar à torneira de alguém. Além disso, o indice médio de perdas em 2024 (39,5% segundo estudo do Instituto Trata Brasil e da consultoria Ex Ante). É o dobro do considerado aceitável e bem acima da média de 15% dos países desenvolvidos e poderia ser suficiente para resolver boa parte do déficit que ainda deixa 33 milhões de brasileiros sem acesso à água potável.
Pacote de obras inclui novas redes, adutoras, reservatórios e sistema de esgotamento sanitário
Você já imaginou uma indústria perder 40% do que produz? Ficar apenas com os 60% restantes? Se uma padaria jogasse fora quatro em cada dez pães que assa, antes mesmo de abrir, todo mundo acharia um absurdo. No saneamento brasileiro, é exatamente o que acontece com a água tratada. O país perdeu quase 40% da água produzida em 2024 antes de chegar à torneira da população.
O Complexo de Suape fomalizou, ns quinta-feira (2 de Julho). Um convênio de R$ 46,1 milhões, integralmente financiado pela estatal portuária, destinado à execução de obras de saneamento básico em comunidades do entorno.
Levantamento da Abes mostra que só 3,67% das cidades avaliadas alcançaram os indicadores mais próximos das metas previstas para 2033
O desafio está no fato de que essas perdas não surgem de forma abrupta. Elas se acumulam em pequenos desvios operacionais que, quando somados, criam um cenário de consumo elevado, sem existir uma falha evidente. Por isso, a identificação depende de critérios técnicos claros e acompanhamento contínuo.