saneamento basico

Guia de Compras

Removedor de Lodo

Removedor de Lodo | Naqua

A composição do lodo é complexa e depende do processo de tratamento podendo conter apenas partículas e produtos químicos ou partículas, matéria orgânica e microrganismos.

Faça sua Cotação Agora

Descrição Completa

Remoção de lodo é um processo físico, largamente utilizado em Estações de Tratamento de Água, Esgotos e Efluentes Industriais, com a finalidade de separar do líquido em tratamento, o material sedimentado que está na forma de lodo

A composição do lodo é complexa e depende do processo de tratamento podendo conter apenas partículas e produtos químicos ou partículas, matéria orgânica e microrganismos.

O lodo separado pelo removedor vai para um processo de desidratação e o líquido clarificado segue para um tratamento complementar como filtração em caso de ETAs ou processos como desinfecção, descarte em corpo receptor ou polimento para reuso em caso de ETEs e ETEIs.

A NAQUA fornece removedores de lodo em vários modelos

– REMOVEDOR DE LODO DE ACIONAMENTO PERIFÉRICO modelo RLAP, remoção por raspagem, montado em tanque circular com ponte giratória radial ou diametral, braços raspadores de fundo radiais ou diametrais, acionamento mecânico da ponte por motoredutor e rodas trabalhando na periferia do tanque.

– REMOVEDOR DE LODO DE ACIONAMENTO CENTRAL modelo RLAC, remoção por raspagem, montado em tanque circular com ponte fixa radial ou diametral, braços raspadores de fundo diametrais, acionamento giratório dos braços por motoredutor e eixo central ou gaiola de torque.

– REMOVEDOR DE LODO TIPO PONTE ROLANTE modelo RLPR, remoção por raspagem, montado em tanque retangular com ponte móvel, braços raspadores de fundo, acionamento mecânico da ponte por motoredutor e rodas trabalhando sobre trilhos nas laterais do tanque.

– REMOVEDOR DE LODO TIPO PANTOGRÁFICO modelo RLPA, remoção por raspagem, montado em tanque quadrado com ponte fixa radial ou diametral, braços raspadores de fundo com prolongadores pantográficos, acionamento giratório dos braços por motoredutor e eixo central ou gaiola de torque.

– REMOVEDOR DE LODO POR SUCÇÃO modelo RLCS, remoção por sucção, montado em tanque circular com ponte fixa radial ou diametral, braços tubulares de fundo diametrais, acionamento giratório dos braços por motoredutor e eixo central ou gaiola de torque.

– REMOVEDOR DE LODO SUBMERSO POR SUCÇÃO TIPO TELESCÓPICO modelo RLTS, remoção por sucção, montado no fundo de tanque retangular, com braços succionadores tubulares móveis e tubo rígido central de descarga, movimentação por cabos de aço, polias, motoredutor e tambor de enrolamento.

– REMOVEDOR DE LODO SUBMERSO POR SUCÇÃO TIPO MANGUEIRA modelo RLSM, remoção por sucção, montado no fundo de tanque retangular, com braços succionadores tubulares móveis e mangueira de descarga, movimentação por cabos de aço, polias, motoredutor e tambor de enrolamento.

Vídeos, Artigos e Notícias - Mais Recentes
No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.
Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?
O Governo de São Paulo informou que cerca de 3 milhões de pessoas passaram a ter acesso a saneamento básico. Além disso, outras 2 milhões receberam abastecimento de água potável desde a desestatização da Sabesp, concluída em 2024.
Plano prevê modernização dos sistemas, ampliação da infraestrutura e novas tecnologias para garantir segurança hídrica e ambiental até 2033.
Os sistemas descentralizados têm uma lógica de aplicação bem definida — não são uma solução de segunda escolha, mas sim a resposta tecnicamente mais adequada para determinados contextos. 
Ao final da desestatização da Copasa, surgiram críticas à “robustez” do modelo. Cito algumas: falta de previsão contratual suficiente de metas de universalização e qualidade; ausência de disciplina para áreas socialmente sensíveis; falta de transparência e açodamento na renegociação com os municípios e na regionalização; e erro no modelo de precificação das ações.