Brasileiros enfrentam obstáculos no acesso à água potável
O Brasil possui a maior quantidade de água doce do mundo. Apesar dos avanços, principalmente após o Marco Legal do Saneamento, o país ainda enfrenta obstáculos no acesso à água tratada.
O Brasil possui a maior quantidade de água doce do mundo. Apesar dos avanços, principalmente após o Marco Legal do Saneamento, o país ainda enfrenta obstáculos no acesso à água tratada.
A saúde humana está sob a ameaça constante imposta pela crise ambiental causada pela poluição por plásticos, pelo menos a longo prazo.
O evento foi conduzido pelo presidente da estatal, Alex Campos, ao lado da diretoria da companhia, e contou com a presença de convidados e colaboradores.
O presente estudo discute a estreita relação entre saúde pública e saneamento básico, evidenciando sua relevância no enfrentamento de doenças infecciosas como a cólera e a malária.
As regiões Norte e Nordeste despontam como novas fronteiras para o setor privado de saneamento em 2025. Juntas, as duas regiões concentram os piores índices de cobertura no país e prometem atrair 77% dos investimentos previstos para o ano, somando R$ 56 bilhões. Desse total, R$ 36 bilhões serão destinados aos estados do Pará e Pernambuco, líderes em volume de recursos.
A instalação piloto na Usina Governador José Richa utilizou o sistema HOD UV da Atlantium, que conta com a tecnologia patenteada de Reflexão Interna Total (TIR).
A extensão do saneamento básico, com oferta de água potável e coleta e tratamento de esgotos para toda a população, é um enorme desafio do poder público federal, estadual e municipal, devido ao seu grande custo financeiro.
Grande problema para o meio ambiente e para a saúde humana, os microplásticos — pequenas partículas, com não mais do que cinco milímetros de diâmetro — contaminam água e solo.
Além de esgoto tratado, é importante que exista água potável para atender ao incremento da população em períodos específicos do ano.
A falta de água potável é uma questão crítica que afeta diretamente a qualidade de vida e a saúde das comunidades. Em Porto Alegre, a situação se agrava com relatos de até 85% da cidade sofrendo com a escassez desse recurso vital.