Gustavo Martinelli lança projeto para garantir água para Jundiaí até 2046
Jundiaí deu início, nesta terça-feira (7), a um passo decisivo para garantir que a cidade continue organizada e boa para se morar nas próximas décadas.
Jundiaí deu início, nesta terça-feira (7), a um passo decisivo para garantir que a cidade continue organizada e boa para se morar nas próximas décadas.
A música diz que as “águas de março fecham o verão”, certo? Tanto volume de chuva, no entanto, pode gerar ‘dores de cabeça’ à população, especialmente pelo frequente alagamento de vias e dificuldade de escoamento dessas águas. Mas existem algumas medidas que podem amenizar esse cenário.
O governo de São Paulo vai prever nos contratos de concessão dos novos blocos de saneamento um arcabouço regulatório para a prestação dos serviços de drenagem nos municípios que aderirem ao novo desenho de regionalização.
Em um cenário de eventos climáticos cada vez mais intensos, a água da chuva costuma ser vista apenas como um problema urbano. Alagamentos, sobrecarga nas redes de drenagem e desperdício de água pluvial fazem parte da rotina de muitas cidades. No entanto, pesquisadores e empresas têm estudado formas de transformar esse fluxo em fonte de geração elétrica de baixa escala.
Para tornar a Cidade mais preparada para as chuvas e reduzir transtornos como alagamentos, a Prefeitura iniciou a instalação de grelhas ecológicas na rede de drenagem, uma solução mais moderna, resistente e sustentável. Contudo, promete trazer benefícios diretos à população.
A ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico) iniciou as discussões para criar uma nova norma de referência para drenagem e manejo de águas pluviais urbanas, considerada a área mais atrasada do setor de saneamento.
A Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente – Fenasan e o Encontro Técnico AESabesp formam, juntos, o maior evento de saneamento ambiental das Américas. A realização é da AESabesp – Associação dos Engenheiros da Sabesp.
Anúncio foi feito durante reunião do Condesb em São Vicente; No total, nove municípios vão contar com planejamento para enfrentar os problemas causados pelas fortes chuvas.
Passa a ser juridicamente plausível cogitar única licitação para serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário e manejo de resíduos.
Problemas como redes subdimensionadas, ligações clandestinas e infiltração de água da chuva nos coletores de esgoto são frequentes.