Baseform | Configure setores de balanço hídrico em tempo real
As redes de distribuição de água raramente permanecem com a mesma configuração ao longo do tempo.
As redes de distribuição de água raramente permanecem com a mesma configuração ao longo do tempo.
O Baseform automatiza a análise completa dos componentes de vazão, consumo e perdas
No setor de saneamento e utilidades públicas, a receita faturada é a única fonte primária para o custeio da operação e a expansão da infraestrutura.
Ao longo das últimas décadas, a transformação digital nas concessionárias de saneamento ocorreu, em muitos casos, de forma descentralizada. A diretoria de operações adotou um software de SCADA para controle de bombas; a equipe comercial implementou um sistema de faturamento; o setor financeiro adquiriu um ERP corporativo mercado; e o atendimento ao cliente optou por um CRM independente.
A maioria dos modelos é calibrada de vez em quando, e rapidamente se desatualiza — a rede muda, o consumo altera, são adicionadas novas ligações e o modelo perde silenciosamente o contato com a realidade. As equipes de operação e planejamento que trabalham com um modelo desatualizado estão, na prática, navegando de noite com um mapa obsoleto.
O Brasil perdeu 39,53% de toda a água tratada inserida nos sistemas de distribuição em 2024, de acordo com o Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa), divulgado pelo Ministério das Cidades em dezembro de 2025.
No cenário atual do saneamento básico brasileiro, marcado pelas exigências de eficiência do Marco Legal, a redução de perdas de água deixou de ser uma meta puramente operacional. Ela se tornou uma prioridade estratégica e financeira para o C-Level de concessionárias e autarquias.
O novo relatório sobre saneamento divulgado pelo Instituto Trata Brasil, com projeções e análises para o ano de 2026, aponta que o país ainda enfrenta desafios severos na gestão de seus recursos hídricos.
Evento da Câmara Técnica de Saneamento reunirá especialistas, gestores e operadores para debater soluções em hidrometria, telemetria e gestão ativa dos sistemas de abastecimento.
Você já imaginou uma indústria perder 40% do que produz? Ficar apenas com os 60% restantes? Se uma padaria jogasse fora quatro em cada dez pães que assa, antes mesmo de abrir, todo mundo acharia um absurdo. No saneamento brasileiro, é exatamente o que acontece com a água tratada. O país perdeu quase 40% da água produzida em 2024 antes de chegar à torneira da população.