Resíduos e microplásticos: o desafio invisível da crise climática
O problema é agravado pela persistência de lixões e pela pífia taxa de reciclagem, que em São Paulo não atinge 3% do total de resíduos urbanos.
O problema é agravado pela persistência de lixões e pela pífia taxa de reciclagem, que em São Paulo não atinge 3% do total de resíduos urbanos.
O Governo do Amazonas está implantando um novo modelo de governança para garantir maior eficiência na gestão e impulsionar investimentos em saneamento básico, especialmente no interior do estado.
Diariamente, um adversário insidioso e muitas vezes ignorado emerge silenciosamente de nossos resíduos, tecendo uma rede de contaminação que ameaça rios, lagos, aquíferos e até a água que chega às nossas casas.
As emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs) e o consumo de energia são dois dos principais problemas enfrentados pelo setor de saneamento na atualidade.
A Aegea, maior empresa privada de saneamento do Brasil, inaugurou o AegeaHub em Indaiatuba, São Paulo, um espaço de inovação dedicado a desenvolver soluções para os desafios do saneamento e gestão de resíduos.
Apesar do crescimento, mercado ainda enfrenta alta mortalidade de iniciativas e dificuldade de gerar contratos assinados.
Segundo Walter, o chorume – tecnicamente chamado de lixiviado – é um dos efluentes mais tóxicos produzidos pela sociedade.
A economia circular vem ganhando espaço no debate global como alternativa ao modelo linear tradicional, baseado em “extrair–usar–descartar”.
A divulgação do estudo ocorreu na abertura da II Conferência Internacional de Resíduos Sólidos e Saneamento (CIRSOL).
O edital foi publicado no Diário Oficial do Estado e as inscrições seguem até o dia 22 de setembro de 2025.