Porto Itapoá/SC apresenta seu Relatório de Sustentabilidade com recordes operacionais e avanços ESG
A publicação contempla as atividades realizadas entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2024.
A publicação contempla as atividades realizadas entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2024.
O aproveitamento energético do biogás proveniente de aterros sanitários se destaca como uma estratégia capaz de integrar a gestão de resíduos à produção de energia renovável e à mitigação das mudanças climáticas.
Localizada na região sul do Brasil, Curitiba é conhecida por seu clima subtropical e pela presença de inúmeras áreas verdes, o que contribui para uma vida urbana mais saudável.
Passados 15 anos, o cenário otimista foi substituído por uma realidade caracterizada por poucos avanços.
Um levantamento robusto conduzido pelo Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP expôs o panorama atual: apenas 64,8% dos resíduos sanitários gerados nos 645 municípios paulistas passam por algum tipo de tratamento, e muitos deles utilizam métodos pouco eficazes para a retirada de poluentes.
Protocolo visa o estudo de alternativas para implantação de soluções que possibilitem a injeção de biometano no sistema de distribuição.
Uma indústria química localizada em Cubatão gera, diariamente, cerca de 0,45 toneladas de resíduos orgânicos, compostos principalmente por restos de alimentos e outros rejeitos que são descartados em aterros sanitários sem segregação.
A urgência para a readequação dos modelos de produção e consumo é destacada pela crescente demanda por recursos naturais e a intensa degradação ambiental.
Prédios luxuosos, casas humildes e puxadinhos em periferias estampam o desenvolvimento urbano promovido pela construção civil. No rastro deste progresso, muito lixo. Os resíduos gerados pelas construções, reformas, reparos e demolições que acontecessem incessantemente no Estado de São Paulo, são, em sua maioria, despejados incorretamente, o que gera poluição em áreas públicas e beiras de rios.
O Brasil vem avançando lentamente na adequação do manejo dos resíduos sólidos. Segundo a pesquisa Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2023, lançada pela Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (ABREMA), cerca de 43% de todo o lixo gerado no país tiveram descarte irregular – o número corresponde a 33,3 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos indo parar em lixões, valas, terrenos baldios e córregos urbanos, ameaçando a saúde pública e o meio ambiente.