Baixada Santista vai receber três vezes mais investimentos até 2029 em obras estruturantes
São R$ 7,5 bilhões para melhorar abastecimento de água e tratamento de esgoto.
São R$ 7,5 bilhões para melhorar abastecimento de água e tratamento de esgoto.
Quase 44 mil toneladas de lixo foram retiradas ao longo dos 25 quilômetros do Rio Pinheiros no ano passado, segundo a Secretaria de Meio Ambiente do governo de São Paulo.
A secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo (Semil), Natália Resende, esteve no local na tarde da sexta-feira (7) para acompanhar o andamento dos trabalhos.
Os créditos de carbono gerados na unidade são utilizados para neutralizar as emissões do Summit Agenda SP+Verde, evento pré-COP30 que acontece até dia 5 no Parque Villa-Lobos, na capital paulista.
O volume autorizado de retirada do sistema vai agora passar de 31 metros cúbicos por segundo (m3/s) para 27 m3/s.
Decreto garante maior autonomia administrativa e financeira, reforça estabilidade dos diretores e moderniza a fiscalização de serviços concedidos. O Governo de São Paulo publicou na quarta-feira (05) o decreto que regulamenta a Lei Complementar nº 1.413, de 23 de setembro de 2024, estabelecendo novas regras para o funcionamento das agências reguladoras estaduais.
As obras estão estimadas em R$ 830 milhões, de acordo com a Companhia de Saneamento Básico do estado de São Paulo (Sabesp), e o consórcio habilitado é formado pelas empresas Serveng/Civilsan, Engeform e PB Construções Ltda - com proposta de R$ 555 milhões.
O reconhecimento da gravidade da crise era cobrado por promotores e entidades civis desde 2014 quando começou a crise em razão da estiagem no sistema Cantareira, um dos seis mananciais que abastecem a região.
As informações fazem parte do parecer do Tribunal de Contas do Estado sobre as contas do governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) em relação ao ano passado. O TCE aprovou as contas do tucano com ressalvas no fim de junho e listou 20 recomendações em diferentes áreas que o governo deveria adotar.
Obra que promete evitar rodízio de água em São Paulo é adiada de novamente. O projeto, orçado em 130 milhões de reais, planeja transferir ao longo de 22 quilômetros de tubulações 4.000 litros de água por segundo da região do ABC até Suzano, na Grande São Paulo. São 80 metros de desnível até chegar ao manancial do Alto Tietê.