CASAN investe R$ 370 mil para modernizar abastecimento em Atalanta
Aperfeiçoar constantemente as estruturas de abastecimento é uma importante ação para garantir a segurança no fornecimento de água.
Aperfeiçoar constantemente as estruturas de abastecimento é uma importante ação para garantir a segurança no fornecimento de água.
A contradição expõe um problema estrutural: a água no Brasil é abundante, mas mal distribuída, mal gerida e pouco reutilizada.
“Foi um negócio pequeno, mas muito estratégico”. Foi assim que Carlos Piani, CEO da Sabesp, definiu a compra do controle da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), anunciada neste domingo (5), em um negócio de R$ 1,1 bilhão.
A busca por eficiência e sustentabilidade no setor de saneamento passa, muitas vezes, por detalhes técnicos que fazem toda a diferença na operação de um sistema.
A Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) concentra 39 municípios, incluindo a capital do estado, e uma população de mais de 20 milhões de habitantes.
Apesar de a água ser um recurso essencial para o funcionamento do país, responsável por gerar grande parte da energia elétrica consumida no Brasil, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), sua gestão ainda é marcada por ineficiência e negligência.
Este é o balanço da Diretoria de Investimentos da Companhia em 2025 que prevê desembolso de R$ 2 bilhões em recursos, em obras que integram o plano de investimentos audacioso, na busca da universalização do saneamento até 2029.
O novo patamar será de R$ 56.424.500 para obras de infraestrutura hídrica de armazenamento ou adução de água bruta, implantadas ou financiadas, total ou parcialmente, com recursos da União.
As obras do novo Sistema de Esgotamento Sanitário Terra Preta começaram na sexta-feira (3/10) em Mairiporã, na Grande São Paulo.
A secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, esteve na terça-feira (23) na Barragem de Pirapora do Bom Jesus, na região metropolitana de São Paulo.