Estatais de água e esgoto gastam mais com salário do que na expansão das redes
As estatais que dominam o setor gastaram mais com salários do que com melhorias no sistema, e na expansão de redes.
As estatais que dominam o setor gastaram mais com salários do que com melhorias no sistema, e na expansão de redes.
A primeira pergunta que todo mundo se faz quando falamos do rio Pinheiros limpo até 2022 é: o que há de diferente agora para atingirmos essa meta? Se tanta coisa já foi feita, o que nos possibilita acreditar em algo que queremos tanto e que seria tão simbólico para São Paulo?
Apesar de o estado ter o segundo melhor índice de abastecimento do país (96,25%), a falta de investimentos no setor de saneamento é apontada por especialistas como principal entrave para universalização dos serviços.
Nos últimos três anos, o Brasil reduziu os investimentos em saneamento básico em R$ 1,28 bilhão; principal entrave, segundo especialistas, está na falta de investimentos.
Estatal e prefeitura se enfrentam na Justiça desde os anos 1990.
Programa promovido pela Iguá Saneamento traz novos desafios para empreendedores interessados em ajudar a transformar o setor.
A Prefeitura de Capivari e o SAAE destinaram recursos para o desenvolvimento da região, que possui cerca de 15 empresas em funcionamento, movimentando a economia.
Quando a pauta é infraestrutura no Brasil, o setor de saneamento básico é apontado como um dos mais carentes em investimentos.
A Caern (Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte) precisa de R$ 8,4 bilhões para universalizar os serviços de esgotamento sanitário e distribuição de água no Estado, mas só tem R$ 1,6 milhão já aplicados em todas as obras em andamento.
Próxima etapa terá a retirada de 1,2 milhão de metros cúbicos de detritos por meio de desassoreamento e desaterro; volume retirado no próximo ano representa uma vez e meia o total removido nos últimos cinco anos.