Municípios reclamam de apoio técnico para universalizar o saneamento
Após 5 anos da entrada em vigor, municípios apontam fragilidades e desafios para o cumprimento do Marco Legal do Saneamento Básico.
Após 5 anos da entrada em vigor, municípios apontam fragilidades e desafios para o cumprimento do Marco Legal do Saneamento Básico.
As inovações trazidas pelo marco do saneamento destravaram projetos de concessão que, somados, preveem mais de R$ 370 bilhões em investimentos para os próximos anos.
A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) divulgou, em um comunicado, os avanços significativos nas métricas de universalização de serviços de saneamento, conforme as novas obrigações estabelecidas após sua privatização no ano anterior.
A universalização dos serviços de saneamento básico e gestão de resíduos sólidos no Brasil é uma meta que ainda enfrenta dificuldades econômicas e sociais para ser alcançada.
A publicação contempla as atividades realizadas entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2024.
A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) encerrou o 2º trimestre de 2025 com lucro líquido de R$ 2,14 bilhões, alta de 76,6% frente aos R$ 1,21 bilhão registrados no mesmo período de 2024.
A Iguá Sergipe tem ampliado seus investimentos e intensificado o ritmo de execução de obras em 18 municípios. As ações abrangem desde intervenções estruturais até melhorias operacionais no abastecimento de água e esgotamento sanitário em 25 localidades do estado.
O evento foi conduzido pelo presidente da estatal, Alex Campos, ao lado da diretoria da companhia, e contou com a presença de convidados e colaboradores.
Cinco anos após a publicação da nova lei do saneamento, o mercado privado de água e esgoto prevê chegar à metade dos municípios do país em 2026, segundo dados da Abcon (Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Água e Esgoto).
Datada de 15 de julho de 2020, a Lei nº 14.026/2020, contendo o novo marco legal do saneamento básico, completa cinco anos na terça, dia 15.