Lixões desafiam novos prefeitos
Uma inspeção inédita do TCE (Tribunal de Contas do Estado) em 2016 apontou que uma em cada quatro cidades paulistas mantém lixões a céu aberto.
Uma inspeção inédita do TCE (Tribunal de Contas do Estado) em 2016 apontou que uma em cada quatro cidades paulistas mantém lixões a céu aberto.
Um levantamento do Tribunal de Contas do Estado apontou que 163 do estado de SP ainda tem lixões e descarte irregulares de materiais perigosos.
Fiscalização realizada em setembro avaliou descumprimento de lei federal. Só 12% das cidades têm reciclagem; não há coleta seletiva em 36% de SP.
A empresa Alagoas Ambiental recebeu, desde o início dos trabalhos da Central de Tratamento de Resíduos Metropolitana (CTR) em 2015, mais de 10.000 toneladas de lixo do município de Pilar.
Pesquisa nacional mostra lacunas no cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos em Pernambuco.
Em muitos municípios os lixões são o destino oficial usado pela administração local para depósito público de lixo gerado pela população, causando impactos preocupantes na saúde pública.
De acordo com levantamento do MMA de 2015, apenas 2215 municípios brasileiros (40%) contam com aterro sanitário. Enquanto 3346 municípios (60%) ainda continuam descartando seus resíduos sólidos em lixões. Como se vê, a maioria ainda não executou as obrigações impostas pela Lei da PNRS.
Gestão de resíduos e a situação dos lixões que ainda existem na cidade do Rio
Um ponto fundamental a ser definido é como financiar o sistema. O custo, só para a linha de computadores, é estimado em R$ 80 milhões por ano. Existe a ideia de criar uma taxa específica para isso.
A Funasa defende que as prefeituras tenham mais quatro anos para se adequarem às medidas