O reúso de água como estratégia de competitividade industrial
A Diante do cenário das mudanças climáticas e o aumento da escassez ou época de secas, a indústria que não dominar seu ciclo de água vai perder competitividade.
A Diante do cenário das mudanças climáticas e o aumento da escassez ou época de secas, a indústria que não dominar seu ciclo de água vai perder competitividade.
As cidades continuam alagando porque o problema não está só na falta de obras, está na forma como elas são planejadas, executadas e mantidas.
No evento online e gratuito, dia 4 de maio, também serão lançados questionários voltados à análise de riscos e oportunidades socioambientais dos setores.
Em dias de cheia, a água que avança sobre cidades do Rio Grande do Sul carrega mais do que volume: expõe fragilidades acumuladas ao longo de décadas.
Mais de uma década após o início da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. A comunidade global precisa encarar uma realidade incômoda.
A BRAZIL WATER WEEK (BWW 2026) – Semana da Água do Brasil será realizada de 25 a 29 de maio de 2026 em formato online.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou sua Estratégia de Água, Saneamento, Higiene e Resíduos 2026-2035.
Interligação da represa com o Alto Tietê levará 4 mil litros de água por segundo para a região, fortalecendo o abastecimento da Grande SP.
Cerca de 42% do esgoto municipal global ainda é despejado no meio ambiente sem tratamento. A qualidade da água tem diminuído constantemente, impulsionada pelo escoamento agrícola, urbanização, poluição industrial e mudanças climáticas.