A nova estratégia da OMS redefine a forma como os sistemas de água e saneamento são geridos
A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou sua Estratégia de Água, Saneamento, Higiene e Resíduos 2026-2035.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou sua Estratégia de Água, Saneamento, Higiene e Resíduos 2026-2035.
Mesmo controladas, infecções como peste bubônica, hanseníase e cólera surgem em surtos localizados, expondo desigualdades no acesso a prevenção e saúde.
O Brasil possui a maior quantidade de água doce do mundo. Apesar dos avanços, principalmente após o Marco Legal do Saneamento, o país ainda enfrenta obstáculos no acesso à água tratada.
O trabalho de monitoramento do ciclo completo do processo de abastecimento é realizado na Sanepar desde 2021, com ações qualitativas e quantitativas.
De acordo com a OMS (2021), mais de 2 bilhões de pessoas no mundo não têm acesso a saneamento básico, evidenciando o descaso com esses recursos.
Esse estudo, conduzido pela Agência Nacional das Águas, apresentou um quadro preocupante, destacando a necessidade urgente de desenvolver estratégias de adaptação não apenas para o setor de recursos hídricos, mas para toda a sociedade.
O período de chuvas intensas marca mais uma temporada crítica nas cidades brasileiras neste início de ano.
RESUMO A infraestrutura de serviços públicos para o meio rural e periferias das cidades tem, no plano global, os piores indicadores de cobertura e de qualidade. A Organização Mundial da…
Nesta semana, estações de tratamento de esgoto com 914 ligações domiciliares começaram a funcionar em Aral Moreira e Laguna Carapã.
A Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução afirmando que a água e o saneamento são direitos essenciais e pediu que os governos intensificassem os esforços para sanar essas carências.