Com investimento de R$ 1,4 bi, Interligação Billings-Alto Tietê será concluída em 2027
A Sabesp realiza obra estratégica de segurança hídrica na Região Metropolitana de São Paulo.
A Sabesp realiza obra estratégica de segurança hídrica na Região Metropolitana de São Paulo.
A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) multou a Sabesp em mais de R$ 2,5 milhões. A penalidade ocorreu pelo despejo irregular de esgoto nos rios Tietê e Pinheiros e na Represa Billings.
Com os reservatórios produtores de São Paulo em níveis preocupantes e a aproximação do período de estiagem, o Aquapolo — maior sistema de reuso de água doméstico do Brasil — surge como alternativa concreta para a recarga de mananciais da região.
O sistema garantirá mais segurança hídrica para a região do ABC. A Sabesp iniciou uma das obras mais estratégicas para o futuro da água da Grande São Paulo: a Interligação Billings-Alto Tietê.
Interligação da represa com o Alto Tietê levará 4 mil litros de água por segundo para a região, fortalecendo o abastecimento da Grande SP.
Região na zona sul da capital tem índices mais altos de chuva; governo do Estado diz que eventual priorização de um manancial não implica 'descontinuidade de outro'.
O governo do estado de São Paulo, liderado por Tarcísio de Freitas (Republicanos), enfrenta forte reação após a Sabesp despejar esgoto sem tratamento no Rio Tietê, no trecho da Marginal Tietê, como ação emergencial para acessar tubulação danificada a 18 metros de profundidade.
Reafirmando o compromisso com a universalização do saneamento em todo o Estado, São Bernardo marcou presença no evento “Vambora Transformar”, promovido pela Sabesp na quarta-feira (23/7), no auditório do Ibirapuera, na Capital.
O presente trabalho se debruça sobre uma área estratégica para o abastecimento de São Paulo e que apresenta os problemas e as dinâmicas recém elencadas: a represa Billings.
A interligação do Rio Grande com o Alto Tietê foi anunciada como a principal obra de 2015 da Sabesp e do governo do Estado para contornar a crise hídrica, que deixou milhares de paulistanos diariamente sem água entre os anos de 2014 e 2016. A obra custou R$ 130 milhões.