Só 31% da população potiguar tem acesso à rede de esgoto, aponta TCE
Levantamento com 142 municípios mostra que a maioria não dá destinação adequada a esgoto e lodo, não tem coleta seletiva nem unidades de reciclagem.
Levantamento com 142 municípios mostra que a maioria não dá destinação adequada a esgoto e lodo, não tem coleta seletiva nem unidades de reciclagem.
O Rio Grande do Norte está se movimentando para uma parceria público-privada em saneamento. Com investimentos bilionários, portanto, alimentando expectativas de mais oportunidades no setor, após alguns leilões frustrados no início deste ano.
Extremoz (RN) recebeu, neste mês, a 6ª edição do Projeto RESET – Do Lixo Eletroeletrônico a Novos Protótipos: Reaproveitamento e Transformação.
Representantes da Prefeitura do Natal e da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) se reuniram na quinta-feira 24, no Palácio Felipe Camarão, para discutir a situação das redes de abastecimento de água e de esgotamento sanitário da capital potiguar.
Este artigo faz uma retrospectiva da evolução do setor de saneamento no Rio Grande do Norte, traçando o panorama atual nos municípios que compõem este estado.
As duas primeiras licitações foram concorridas. Dois consórcios de consultorias se habilitaram para criar projetos para Alagoas e Amapá.
O dinheiro é destinado à revisão do Plano Estadual de Recursos Hídricos do estado, com atenção especial para o projeto das águas do rio São Francisco.
A expectativa para o próximo ano é concluir os 68 sistemas de dessalinização previstos na primeira fase do PAD no Rio Grande do Norte.
Convênio para levar água de qualidade à população do semiárido já implantou 16 sistemas de dessalinização no Estado
Uma suposta privatização da Caern ainda envolveria uma série de discussões com municípios. Hoje, a companhia é concessionária do serviço de saneamento em 153 cidades do interior do Estado