Sabesp privatizada sempre terá reajuste menor que pública, diz Tarcísio
Governador de São Paulo defende modelo de privatização e cita 100% dos dividendos revertidos para amortecer preços.
Governador de São Paulo defende modelo de privatização e cita 100% dos dividendos revertidos para amortecer preços.
Segundo a secretária de São Paulo, a melhora da qualidade da água poderá viabilizar um projeto na usina de Henry Borden para armazenamento e geração de energia, além de reforçar a segurança hídrica.
A Sabesp registrou lucro líquido ajustado de R$ 1,15 bilhão no segundo trimestre de 2026, queda de 41,2% em relação ao mesmo período de 2025, informou hoje a companhia em seu balanço.
O município de São Paulo planeja elaborar estudos de impacto e viabilidade da sustentabilidade econômico-financeira da prestação dos serviços de resíduos sólidos urbanos e de drenagem na cidade. Essa é uma das ações listadas na proposta do PMSAI, o Plano Municipal de Saneamento Ambiental Integrado da capital paulista. Veja aqui.
O número de casos da doença no primeiro semestre de 2026 ultrapassa o total contabilizado em 2025. Ribeirão Preto é cidade mais afetada.
Cerca de 2 mil famílias moradoras de cinco regiões de Taubaté passarão a contar com a ampliação da cobertura de saneamento básico. Para isso, a Sabesp iniciou um pacote de obras com investimento estimado em R$ 332 milhões.
Modernização da ETE Parque Novo Mundo aumenta em quase 150% a capacidade da unidade e contribui para mais saúde e qualidade de vida.
O desafio de universalizar o saneamento básico em municípios paulistas já está mudando a vida de moradores da Grande São Paulo.
Estudo do Instituto Trata Brasil aponta que São Paulo alcançou 93% de cobertura de coleta de esgoto e superou a meta prevista pelo Marco do Saneamento.
A cada três litros de água tratada que saem de uma estação de saneamento no Brasil, um desaparece antes de chegar à torneira de alguém. Além disso, o indice médio de perdas em 2024 (39,5% segundo estudo do Instituto Trata Brasil e da consultoria Ex Ante). É o dobro do considerado aceitável e bem acima da média de 15% dos países desenvolvidos e poderia ser suficiente para resolver boa parte do déficit que ainda deixa 33 milhões de brasileiros sem acesso à água potável.