Saneamento reduz poluição dos rios da Grande SP
Os rios Tietê e Pinheiros cruzam São Paulo e são alimentados por córregos e afluentes. Ambos estão poluídos há décadas, principalmente devido ao esgoto in natura despejado diariamente em seus leitos.
Os rios Tietê e Pinheiros cruzam São Paulo e são alimentados por córregos e afluentes. Ambos estão poluídos há décadas, principalmente devido ao esgoto in natura despejado diariamente em seus leitos.
Seis cidades de São Paulo são as únicas do Brasil a alcançar a pontuação máxima do ranking ABES da Universalização do Saneamento 2026, da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental. O estado passa pelo maior volume de investimentos de sua história após a desestatização da Sabesp, com 120% mais recursos, o que impacta a modernização da rede.
A desestatização da Sabesp, realizada pelo Governo de São Paulo em agosto de 2024, permitiu ampliar o volume de investimentos em saneamento básico. Com isso, a companhia busca antecipar a universalização dos serviços de água e esgoto no estado.
O acesso universal ao saneamento transforma o cenário socioeconômico de São Paulo. Um levantamento recente da MIT Technology Review evidencia que a expansão das redes hídricas melhora o desempenho escolar, amplia a renda e gera milhões de empregos no estado. A pesquisa analisa os impactos do plano de universalização liderado pela Sabesp, que recebeu R$ 15,2 bilhões em investimentos apenas em 2025.
São Paulo, 11 de junho de 2026 – A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Parque Novo Mundo, na capital paulista. Passa por um "upgrade tecnológico" que contribuirá com a ampliação do tratamento em 148% - de 2,5 milhões para 6,2 milhões de litros por segundo. Com novos equipamentos e processos, a ETE, inaugurada há 28 anos, poderá crescer sem aumentar a área de 190 mil metros quadrados que ocupa na zona norte de São Paulo, uma das mais adensadas da capital.
Moradores de bairros que historicamente não contavam com infraestrutura de saneamento no município de Itatiba, na região de Campinas. Começam a vivenciar uma nova realidade com o avanço das obras da Sabesp para ampliar o acesso a água e coleta e tratamento de esgoto, promovendo mais saúde, qualidade de vida, desenvolvimento urbano e preservação ambiental. O investimento nessas obras soma mais de R$ 15,3 milhões.
O Estado de São Paulo terá sua primeira usina que transformará água do mar em água potável, reforçando a resiliência hídrica como parte dos investimentos previstos após a desestatização da Sabesp pelo Governo de São Paulo.
São Paulo consolidou sua posição como referência nacional em eficiência hídrica ao colocar sete municípios entre as 12 cidades brasileiras que apresentam os menores índices de desperdício de água.
O município de Cajamar, na Grande São Paulo, não contava com coleta nem tratamento de esgoto até 2022. Com a expansão dos investimentos após a desestatização da Sabesp pelo Governo de São Paulo, em 2024, o serviço passou a alcançar 79% de cobertura de coleta e 50% de tratamento. As obras na cidade abrangem um conjunto de intervenções que alcança R$ 132 milhões no programa IntegraTietê.
Mais acesso à água tratada, ampliação da coleta e do tratamento de esgoto para as famílias e, ainda, reforço da infraestrutura hídrica.