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Obras da Sabesp levam saneamento básico a 3.500 moradores na zona sul de SP

Obras da Sabesp levam saneamento básico a 3.500 moradores na zona sul de SP

Moradores da comunidade Portelinha, localizada no bairro do Campo Limpo, na zona sul da capital paulista. Estão prestes a experimentar uma mudança significativa em suas rotinas.

Uma obra da Sabesp, iniciada em janeiro deste ano. Está levando água tratada e coleta de esgoto para cerca de 3.500 pessoas que vivem na região.

O projeto, que envolve um investimento de R$ 6 milhões, tem previsão de conclusão para outubro de 2026. A iniciativa não se limita à instalação de novas redes de abastecimento e coleta. A expectativa é que o acesso regular a esses serviços reduza riscos à saúde e, além disso, contribua para a preservação ambiental, evitando o descarte irregular de esgoto em córregos, rios e no solo.

A ação integra a estratégia da Sabesp de ampliar o acesso a serviços essenciais em comunidades historicamente desassistidas. Ademais, a empresa busca acelerar a universalização do saneamento básico no Estado de São Paulo, meta que foi antecipada de 2033 para 2029 após a desestatização da companhia, concluída em 2024.

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Obras da Sabesp levam saneamento básico a 3.500 moradores na zona sul de SP

Com a nova configuração, estão previstos cerca de R$ 70 bilhões em investimentos até 2029, parte dos R$ 260 bilhões contratados para toda a concessão, que se estende até 2060.

Em 2025, primeiro ano completo sob controle privado, a Sabesp investiu R$ 15,2 bilhões, valor recorde na história da companhia e 120% superior ao montante aplicado em 2024.

A comunidade Portelinha, inserida no bairro do Campo Limpo, é uma das áreas beneficiadas por esse pacote de melhorias. Além disso, a obra representa um avanço na qualidade de vida dos moradores, que passarão a contar com serviços básicos de saneamento dentro de casa.

Por fim, a Sabesp ressalta que a iniciativa também tem impacto ambiental positivo, ao reduzir a poluição de recursos hídricos e do solo. A universalização do saneamento é considerada essencial para a saúde pública e para o desenvolvimento sustentável das regiões atendidas.

Fonte: DiarioeSP

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