Hidro Solo: 45 anos de inovação e evolução no tratamento de água
Em 2026, a Hidro Solo celebra 45 anos de uma trajetória marcada por tecnologia, inovação e evolução.
Em 2026, a Hidro Solo celebra 45 anos de uma trajetória marcada por tecnologia, inovação e evolução.
Faltando sete anos para o prazo de universalização do saneamento básico previsto no Novo Marco Legal do Saneamento, o Brasil ainda convive com desafios no acesso aos serviços. Dados da CNI (Confederação Nacional da Indústria), obtidos com exclusividade pelo R7. Mostram que 16% da população brasileira não têm acesso à água potável e 43% vivem sem coleta de esgoto.
Segundo dados apresentados pelo Jornal da Universidade de São Paulo (USP), aproximadamente 16,9% da população brasileira vive sem acesso à água potável, enquanto 44,8% não possuem coleta de esgoto em seu local de residência.
Problemas como redes subdimensionadas, ligações clandestinas e infiltração de água da chuva nos coletores de esgoto são frequentes.
Uma das áreas de maior destaque é a redução das perdas de água, um desafio complexo com impactos significativos nas esferas econômica, ambiental, de saúde pública e social.
A universalização do saneamento básico em Niterói será uma realidade até 2028.
A revolução no Saneamento Básico em São Paulo ganhou um ritmo inédito, representando um novo marco na saúde pública e na qualidade de vida de milhões de paulistas.
A constatação do Instituto Trata Brasil se baseia em dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico.
O governador Tarcísio de Freitas e o CEO da Sabesp, Carlos Piani, anunciaram naa terça-feira (18), em Santos, um pacote de investimentos de R$ 7,5 bilhões para ampliação de sistemas de água e esgoto nos nove municípios da região até 2029. Deste montante, R$ 3 bilhões já estão contratados e com serviços em execução. O valor é quase três vezes o total de recursos investidos na região de 2017 a 2024 (R$ 2,8 bilhões), antes da desestatização da companhia, finalizada em julho do ano passado.
Após quase seis anos na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), dos quais, quatro à frente da Pasta, Fernando Passalio segue agora para outro desafio: presidir a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). O remanejamento do gestor ocorre como mais uma estratégia do governador Romeu Zema (Novo) de privatizar esta e outras estatais, no momento em que a federalização também surge como opção, após a aprovação do Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag), que permite o modelo para abatimento da dívida dos estados com a União.