Crises hídricas entram no radar das autoridades financeiras
A Região Metropolitana de São Paulo volta a enfrentar a redução da pressão no abastecimento de água e potencial ameaça de racionamento.
A Região Metropolitana de São Paulo volta a enfrentar a redução da pressão no abastecimento de água e potencial ameaça de racionamento.
A audiência pública realizada na quinta-feira, 30 de outubro, na Câmara Municipal de Teixeira (PB), definiu 20 de dezembro de 2025 como data-limite para a conclusão da infraestrutura hídrica da Adutora do Pajeú no Ramal do Cariri.
O número é bem inferior aos 41% registrados no mesmo período de 2024. O SPAT abastece cerca de 4 milhões de pessoas na zona leste de São Paulo e nos municípios da Região Metropolitana.
Aperfeiçoar constantemente as estruturas de abastecimento é uma importante ação para garantir a segurança no fornecimento de água.
A contradição expõe um problema estrutural: a água no Brasil é abundante, mas mal distribuída, mal gerida e pouco reutilizada.
A Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) concentra 39 municípios, incluindo a capital do estado, e uma população de mais de 20 milhões de habitantes.
Apesar de a água ser um recurso essencial para o funcionamento do país, responsável por gerar grande parte da energia elétrica consumida no Brasil, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), sua gestão ainda é marcada por ineficiência e negligência.
A medida foi solicitada pela SABESP diante da severa estiagem que atinge a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP).
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) deu início ao maior investimento da história no combate às perdas de água em Belo Horizonte e Região Metropolitana (RMBH).
A governadora Raquel Lyra (PSD) lançou, na quarta-feira (17), o Programa de Saneamento Rural de Pernambuco (Prosar-PE), que promete mudar a realidade da população do campo no Estado.