Crise hídrica e IA colocam a água no centro da agenda global
Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta que a expansão da inteligência artificial e dos data centers colocou a água no centro da agenda global de risco, inovação e competitividade.
Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta que a expansão da inteligência artificial e dos data centers colocou a água no centro da agenda global de risco, inovação e competitividade.
São R$ 7,5 bilhões para melhorar abastecimento de água e tratamento de esgoto.
Escassez crescente, urbanização acelerada e desperdício exigem mudança urgente na gestão hídrica e no uso de águas residuais.
O Cinturão das Águas do Ceará, principal obra de transferência hídrica estadual do Brasil, avança em ritmo acelerado e já alcança 91% de execução, com previsão de conclusão para junho de 2026, consolidando-se como iniciativa estratégica para a segurança hídrica do Nordeste ao integrar reservatórios, reforçar o abastecimento humano e ampliar a oferta de água para milhões de pessoas em parceria entre o Governo Federal e o Governo do Ceará.
Os recursos integram a Lei Orçamentária Anual do município e reforçam o papel estratégico da autarquia no desenvolvimento urbano sustentável.
Relatório da agência reguladora aponta que em novembro de 2025 oito Estados registraram seca em 100% do território.
Obra vai aumentar em 17% a disponibilidade hídrica da região.
Com a previsão de secas mais severas, cresce a pressão para que organizações adotem soluções práticas e integrem a gestão da água ao planejamento estratégico.
A Sabesp adquiriu 74,9% do capital votante e 29,9% do capital total da companhia de águas, privatizada pelo governo de São Paulo em abril do ano passado por mais de R$ 1 bilhão.
Sistema leva água para o Alto Tietê, que abastece 4 milhões na região metropolitana de São Paulo; reservatórios registram 25% de volume útilA Sabesp começou no dia 1º de dezembro de 2025 a captar água na Serra do Mar a fim de conter a queda do nível dos reservatórios que abastecem a região metropolitana de São Paulo. A estrutura transporta até 2.500 litros por segundo para o Sistema Alto Tietê, responsável pelo atendimento cerca de 4 milhões de pessoas.