Pátria planeja ampliar atuação no saneamento básico do Brasil
Thiago Bronzi detalha planos da gestora para crescer no setor e avalia desafios para novos operadores no Brasil.
Thiago Bronzi detalha planos da gestora para crescer no setor e avalia desafios para novos operadores no Brasil.
O setor de água e saneamento da América Latina continua gerando projetos e oportunidades de negócios, com necessidades variando significativamente de país para país.
Cinco anos após a publicação da nova lei do saneamento, o mercado privado de água e esgoto prevê chegar à metade dos municípios do país em 2026, segundo dados da Abcon (Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Água e Esgoto).
A Desenvolve SP diz que está em negociação para captar US$ 75 milhões para o projeto de despoluição do rio Pinheiros com o IFC.
O novo marco legal do saneamento busca, entre outras coisas, universalizar os serviços de saneamento básico no Brasil.
A expectativa é que mais de seis mil empregos indiretos sejam gerados durante a fase de obras de saneamento.
A previsão é de que sejam necessários investimentos de R$ 290 milhões em saneamento básico.
O estudo que aponta a necessidade de o Brasil investir R$ 753 bilhões até 2033 para universalizar e oferecer serviços adequados de saneamento à população.
Mesmo as cidades que têm empresas públicas encarregadas pela limpeza urbana podem ter o serviço afetado pela crise.
Com investimentos em obras o mercado de saneamento básico entra na mira do setor privado.