Portal Saneamento Básico fortalece parceria com a CEDAE
Nova parceria aproxima o Portal de uma das principais companhias de saneamento do país. E amplia o acesso do nosso público a informações sobre água, inovação e segurança hídrica.
Nova parceria aproxima o Portal de uma das principais companhias de saneamento do país. E amplia o acesso do nosso público a informações sobre água, inovação e segurança hídrica.
O saneamento é uma agenda que ultrapassa governos e mandatos. É um compromisso permanente com a saúde pública, a sustentabilidade e o desenvolvimento
Apenas 24% dos 65 milhões de toneladas de resíduos eletroeletrônicos gerados no mundo em 2023 foram formalmente reciclados, segundo o The Sustainable Development Goals Report 2026, publicado pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Custos de capital para usinas de incineração variam entre R$ 14.500 e R$ 27 mil por quilowatt instalado, enquanto a energia solar apresenta custos entre R$ 2.500 e R$ 5 mil
Levantamento do TCE-PR mostra que mais de 1 milhão de paranaenses vivem em cidades sem plano de gestão de resíduos.
Projetos em Tatuí, Sorocaba e Boituva provam como a gestão correta de resíduos reduz impactos ambientais, gera economia aos cofres públicos e fortalece práticas alinhadas ao ESG.
O Brasil gerou mais de 81 milhões de toneladas de resíduos sólidos em 2025, segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, publicado pela Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (Abrema).
Produto intensivo no uso de energia, o alumínio tem na reciclagem um dos principais caminhos para a descarbonização dessa indústria. A economia energética na fabricação chega a 95% com o reaproveitamento do material. A produção de um alumínio mais limpo, no entanto, tem esbarrado em dificuldade de acesso ao seu principal insumo, a sucata, devido, sobretudo, ao interesse chinês pela matéria-prima.
Modernização da ETE Parque Novo Mundo aumenta em quase 150% a capacidade da unidade e contribui para mais saúde e qualidade de vida.
O prazo do Novo Marco do Saneamento expirou há quase dois anos, mas 93% das cidades baianas continuam destinando resíduos de forma irregular. O Ministério Público endurece fiscalização, prefeitos alegam falta de recursos e catadores cobram inclusão produtiva para evitar colapso social.