O aposentado Octávio Barbosa, de 72 anos, recebeu uma conta de água no valor de R$ 139 mil referente a uma casa que ele aluga, mas que está fechada e sem inquilino há mais um ano, em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Até então, ele pagava apenas uma taxa mínima de consumo, que não chegava a R$ 10 por mês. “Isso deve ser uma brincadeira de mau gosto. Não dá para acreditar em uma coisa dessas”, disse.
Da operação reativa à gestão preditiva: o futuro das utilities | EOS Systems
Historicamente, o modelo operacional predominante nas concessionárias de água e esgoto no Brasil foi moldado pela gestão reativa. Nesse paradigma clássico — frequentemente apelidado de modo “apagar incêndios” —, as ações operacionais e de manutenção são desencadeadas quase exclusivamente após a ocorrência do evento adverso: