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UGPE Ipaam Perfuração Poços

UGPE obtém licenças ambientais do Ipaam para perfuração de poços no Prosai Parintins

UGPE Ipaam Perfuração Poços

A Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE) do Governo do Amazonas obteve, as licenças ambientais para perfuração de seis poços. Esses vão servir para o abastecimento da população de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus). Município que vive hoje o problema de contaminação da água por metais pesados.

As licenças, expedidas pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), são essenciais para o início das obras que começam a ser executadas na cidade, através do Programa de Saneamento Integrado (Prosai).

De acordo com o secretário da UGPE, Marcellus Campêlo, os poços a serem construídos pelo Prosai Parintins terão entre 180 e 200 metros de profundidade. O dobro dos atuais que abastecem a cidade, que têm entre 60 e 110 metros, o que vai garantir a potabilidade de água.

“Com o Prosai, o estado vai resolver de forma definitiva o problema da água contaminada por metais pesados que abastece as residências de Parintins e ameaça a saúde da população”, ressalta o secretário.

Portanto a UGPE também já obteve do Ipaam as licenças de instalação, autorizando o início das obras para implantação do Sistema de Abastecimento de Água (SAA) e do Sistema de Esgotamento Sanitário, na área urbana do município. Após o fim das obras para operação das estruturas, a UGPE irá avançar para outorga dos poços e licenciamento de operação da estação de tratamento de esgoto, entregando, dessa forma, as estruturas devidamente regularizadas, para a cidade.

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Em suma o novo sistema de abastecimento abrange a construção de quatro Centros de Reservação e Distribuição (CRDs). Além da recuperação e revitalização da rede de água do município. As ações do Prosai na melhoria do saneamento básico envolvem, ainda, a recuperação de sete poços. A construção de dez novos poços profundos, no total, uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) com capacidade para atender até 25% da cidade, além de 34 quilômetros de rede de coleta, 2.423 ligações domiciliares e quatro estações elevatórias.

Fonte: PMS.

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