saneamento basico

Análise de Estabilidade de Aterro Sobre Solos Moles: Métodos Construtivos para Estabilização

Resumo

O solo é um dos principais materiais utilizados nas obras viárias, tem grande disponibilidade para ser utilizado, possui baixo custo e é pouco prejudicial à natureza e a saúde humana. No entanto, é possível que o solo local encontrado a disposição para a execução da construção não apresente as propriedades e características necessárias para suportar os esforços oriundos do tráfego e das intempéries, desta forma, se faz necessário a correção do solo disponível para que este atenda às exigências de projeto de aterros sobre solos moles são caracterizados por baixa resistência e permeabilidade, e alta deformabilidade. Assim, deve-se atentar para o baixo fator de segurança durante e logo após a construção do aterro, visto que, nessas fases, o carregamento é máximo, porém a resistência do solo de fundação é mínima, por causa do excesso de poropressão gerado. No final da construção, com o decorrer do tempo, há uma tendência de aumentar a estabilidade, em consequência do ganho de resistência promovido pelo adensamento do solo mole. Existem diversos métodos para corrigir e estabilizar os solos, e é fundamental conhecê-los para fazer uma escolha correta, tecnicamente e economicamente falando. Com base nisso, foi produzido este artigo de revisão bibliográfica de análise interpretativa e comparativa entre alguns processos de estabilização de solos, trazendo conceitos, classificações, apresentando os diferentes tipos de estabilização e estabilizantes, incluindo as novas tendências de pesquisas científicas neste segmento.

Autores: Luciano Loureiro Carneiro Barbosa e Rachel Cristina Santos Pires.

LEIA O ARTIGO NA ÍNTEGRA

Últimas Notícias:
El Niño Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

El Niño: Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

Cerca de R$ 300 milhões teriam sido gastos pelo governo federal em dragagens emergenciais nas hidrovias da Amazônia nos últimos três anos. O problema, segundo armadores e operadores logísticos da região. É que boa parte dessas intervenções chegou tarde demais, quando a seca já havia produzido seus efeitos mais severos e os rios começavam a recuperar seus níveis. Agora, em ano de super El Niño, o setor teme a repetição desse roteiro.

Leia mais »
O Mar Não é Estação de Tratamento O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Mar Não é Estação de Tratamento: O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Brasil está diante de uma decisão ambiental de enorme relevância, embora ainda pouco percebida pela sociedade: a revisão da Resolução Conama nº 430/2011, norma que estabelece as condições e padrões para o lançamento de efluentes em corpos hídricos. O que pode parecer um debate técnico restrito a especialistas, na verdade, impacta diretamente a qualidade de nossos rios, estuários, baías, manguezais, zonas costeiras e oceanos. Em outras palavras, afeta a saúde ecológica do país e, por consequência, a da população.

Leia mais »
Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Os investimentos em saneamento básico na Baixada Santista serão cinco vezes maior após a desestatização da Sabesp promovida pelo Governo de São Paulo. Serão R$ 8,1 bilhões em investimentos de 2026 até 2029 (média de R$ 2 bilhões por ano) para resolver desafios estruturais no abastecimento de água e esgoto. Além disso, R$ 2,43 bilhões já foram aplicados entre 2024 e 2025. Antes da desestatização, a média anual de investimentos foi de R$ 400 milhões por ano entre 2017 e 2024.

Leia mais »