saneamento basico

Bandeira Azul e a certificação das praias brasileiras: um breve olhar a partir da sustentabilidade

Resumo

O turismo, por ser uma atividade que proporciona encontros, troca de conhecimento e costumes, gera transformações e muitas vezes impactos negativos. No segmento de sol e praia não é diferente. Além disso, a existência de poucas políticas públicas voltadas a este segmento fragiliza a preservação destas áreas e leva a ações de mitigação individualizadas. Atualmente, o governo realiza alguns projetos focados na sustentabilidade e limpeza das praias e há certificações que ajudam a manter as praias limpas, promovendo a sustentabilidade a partir do envolvimento da população e dos usuários da praia. O objeto de estudo deste trabalho é a certificação Programa Bandeira Azul, criado pela Fundação para a Educação Ambiental (FEE) em 1985, com a missão de promover e participar de programas de educação ambiental para os usuários de praia que são premiadas, monitorar condições ambientais para reduzir o impacto da atividade humana nas praias, implementar sistemas sólidos de segurança e gestão ambiental e comprometer-se com parcerias e ações colaborativas para promover o desenvolvimento sustentável do turismo. O presente trabalho tem como objetivo analisar as dimensões de sustentabilidade presente na certificação Bandeira Azul. Para isso utilizará metodologia qualitativa com interpretação dos critérios citados pela Bandeira Azul considerando as dimensões da sustentabilidade do Ignacy Sachs. Resultando em determinados pontos dos critérios requisitados pelo programa e dimensões de sustentabilidade do Sachs a integrarem e os relacionarem como boa forma de mitigar impactos causados pelo turismo de sol e praia.

Autora: Adriana Oliveira Fonseca.

LEIA O ARTIGO NA ÍNTEGRA

Últimas Notícias:
Reciclagem de liners de figurinhas da Copa movimenta indústria

Reciclagem de liners de figurinhas da Copa movimenta indústria

A Polpel, única empresa no Brasil especializada na reciclagem de liners — o papel revestido de silicone que sobra após colar figurinhas. Projeta processar duas toneladas do material durante a Copa do Mundo de 2026, volume quase dez vezes superior às 230 quilos registrados na edição de 2022. O salto reflete a adesão de grandes companhias, como a Natura (NATU3), e uma campanha viral nas redes sociais que mobilizou pessoas físicas a enviarem os resíduos diretamente para a recicladora, localizada em Guarulhos (SP).

Leia mais »