saneamento basico

Proposta para acelerar a despoluição dos rios e reservatórios da Bacia do Alto Tietê

Mauro Coutinho

Diretor da Centroprojekt do Brasil

Esta proposta visa acelerar a despoluição dos rios e reservatórios da Bacia do Alto Tietê e assim mantê-los, de forma sustentável.

Não contraria a Constituição nem a Lei 11.445/2007 e os princípios fundamentais do Plano Nacional de Saneamento – PLANSAB, nem pressupõe alterações na organização atual das decisões sobre políticas, programas e projetos na área de Saneamento, Recursos Hídricos e Meio Ambiente. Mas pretende prover ferramenta forte para a execução dos programas e projetos nestas áreas, especificamente na Bacia do Alto Tietê.

Ainda assim, provavelmente, as maiores dificuldades para sua implementação são de ordem institucional e, possivelmente, legal. Mas acreditamos que a sua viabilização política, institucional e legal, pode ser a forma mais econômica e rápida de atingir os objetivos de Saneamento e Meio Ambiente na região da Bacia do Alto Tietê.

Considera que os grandes investimentos “estruturais” já foram feitos, como os interceptores principais para coleta dos esgotos e as manobras das águas para e do Reservatório Billings (que se encontram substancialmente ociosas há muito tempo).

Não pretende substituir os diversos programas em desenvolvimento ou já executados parcialmente, por entidades governamentais e não governamentais, mas sim contribuir para prover a ferramenta adequada para aplicação direta das ideias e recursos da Sociedade, de forma muito eficiente, potencializando sua execução.

baixe-aqui

Últimas Notícias:

Se você confunde drenagem com dragagem, você não está sozinho

Se você já viu uma rua alagada após uma chuva forte ou ouviu falar que um porto “perdeu profundidade”, provavelmente está diante de situações que envolvem drenagem ou dragagem. Os dois termos são parecidos, aparecem juntos em conversas sobre infraestrutura e meio ambiente — e é justamente por isso que costumam gerar confusão.

Leia mais »
El Niño Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

El Niño: Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

Cerca de R$ 300 milhões teriam sido gastos pelo governo federal em dragagens emergenciais nas hidrovias da Amazônia nos últimos três anos. O problema, segundo armadores e operadores logísticos da região. É que boa parte dessas intervenções chegou tarde demais, quando a seca já havia produzido seus efeitos mais severos e os rios começavam a recuperar seus níveis. Agora, em ano de super El Niño, o setor teme a repetição desse roteiro.

Leia mais »