saneamento basico
Reúso Efluentes Abastecimento Industrial

Reúso de Efluentes para Abastecimento Industrial

Reúso Efluentes Abastecimento Industrial

Resumo:

O estudo Reúso de Efluentes para Abastecimento: avaliação de oferta e da demanda no estado de Alagoas objetiva identificar as oportunidades para implantação de programas de reúso não potável de água para atendimento de demandas industriais no estado.

O estudo foi lançado no dia 7 de março, em uma cerimônia no Palácio República dos Palmares, em Maceió-AL.

O projeto resulta de uma parceria entre a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Fiea e o Governo de Alagoas, com o objetivo de encontrar soluções sustentáveis para o uso da água no setor industrial.

LEIA TAMBÉM: Na Sabesp, a desestatização dos salários dos executivos

O estudo é considerado um guia estratégico para políticas públicas voltadas à segurança hídrica e ao desenvolvimento sustentável do estado.

Reúso Efluentes Abastecimento Industrial

Este estudo abordou o potencial de reúso industrial não potável no estado de Alagoas. Com o objetivo de compreender onde estão e quais são as oportunidades de reúso de água a partir de efluentes sanitários tratados.

Isso foi realizado com o uso de dois métodos que possuem abordagens diferentes, mas complementares, que buscam mapear e compreender as oportunidades de reúso para a indústria.

LEIA O ESTUDO NA ÍNTEGRA 

Últimas Notícias:

Se você confunde drenagem com dragagem, você não está sozinho

Se você já viu uma rua alagada após uma chuva forte ou ouviu falar que um porto “perdeu profundidade”, provavelmente está diante de situações que envolvem drenagem ou dragagem. Os dois termos são parecidos, aparecem juntos em conversas sobre infraestrutura e meio ambiente — e é justamente por isso que costumam gerar confusão.

Leia mais »
El Niño Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

El Niño: Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

Cerca de R$ 300 milhões teriam sido gastos pelo governo federal em dragagens emergenciais nas hidrovias da Amazônia nos últimos três anos. O problema, segundo armadores e operadores logísticos da região. É que boa parte dessas intervenções chegou tarde demais, quando a seca já havia produzido seus efeitos mais severos e os rios começavam a recuperar seus níveis. Agora, em ano de super El Niño, o setor teme a repetição desse roteiro.

Leia mais »