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Risco Ambiental Fármacos Esgoto

Avaliação de risco ambiental de fármacos e desreguladores endócrinos presentes no esgoto sanitário brasileiro

Risco Ambiental Fármacos Esgoto

Resumo

Primeiramente, este estudo investigou a ocorrência, remoção e impacto na biota aquática de 19 contaminantes de preocupação emergente (CEC). Comumente reportados no esgoto brasileiro bruto e/ou tratado.

Para 14 CEC (E1, E2, EE2, GEN, DCF, PCT, BPA, IBU, NPX, CAF, TMP, SMX, CIP, LEV). Assim sendo, sua presença em esgoto tratado apresentou um alto risco ambiental. Então, em pelo menos 2 dos 6 cenários de diluição considerados.

Risco Ambiental Fármacos Esgoto

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Em suma, os quocientes de risco (RQ) para o cenário com capacidade de diluição ótima foram estimados em 13584 para EE2; 2604 para E2; 1068 para E1; 193 para TMP; 160 para SMX; 12 para NPX; 7 para DCF; 4 para CAF e 3 para BPA. Os CEC mais preocupantes do ponto de vista ecotoxicológico (EE2, E2, E1 com RQ>1000) foram detectados em efluentes de estações de tratamento de esgoto (ETE) brasileiras em concentrações que variaram de 122 a 288 μg L-1. Portanto, constatou-se também que para 15 dos 19 CEC, o valor limite para proteção ambiental também protegeria a saúde humana se tais compostos não forem removidos durante o tratamento de água.

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Fonte: RIUFOP

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