saneamento basico
Saneamento básico paulistano

Saneamento básico paulistano é complexo e envolve diferentes frentes de trabalho

Saneamento básico paulistano

Por: Isabella Lopes

O saneamento básico é o conjunto de serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos, limpeza urbana, coleta e destinação do lixo e drenagem e manejo de chuvas, segundo a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). A área gera impactos para diferentes sistemas, como saúde, meio ambiente, turismo e economia.

Entretanto, o acesso a um saneamento básico de qualidade só caminhou para se tornar um direito constitucional em 2025.

Então a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 2/2016, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (na época, Rede/AP), prevê que as ações listadas sejam reconhecidas como normas abrangentes a todos. Em abril deste ano, o Plenário aprovou a PEC, que segue para análise da Câmara dos Deputados, no Congresso Nacional.

Contudo na cidade de São Paulo essa questão remonta ao final do século 19. Nessa época, a água era coletada direto da fonte, que podia ser de rios e córregos, por exemplo.

Saneamento básico paulistano

Portanto poços e cisternas também eram usados. No ambiente urbano, pessoas chamadas de aguadeiros, que vendiam o líquido pelas ruas. E escravizados faziam o papel de coleta e transporte de água até as casas.

LEIA O ARTIGO NA ÍNTEGRA

Últimas Notícias:
Integração de sistemas no saneamento o risco operacional que começa na desorganização dos dados EOS Systems

Integração de sistemas no saneamento: o risco operacional que começa na desorganização dos dados | EOS Systems

No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.

Leia mais »
Novo marco legal do saneamento fracasso ou limites estruturais

Novo marco legal do saneamento: fracasso ou limites estruturais?

Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?

Leia mais »