saneamento basico

Water Network Services (WNS) – valorização do cliente e melhoria do seu desempenho

Resumo

O Water Network Services (WNS) é uma proposta diferenciada de serviços e tecnologias que combinam engenharia e serviços de campo. Ele foi desenhado para clientes que desejam aprimorar a performance de sua área de atuação, conseguindo rastrear os problemas e atingindo um novo nível de serviços. Ele é desenvolvido de acordo com a estrutura, capacidade e desempenho de cada concessão. O WNS combina o foco principal no cliente com a performance baseada em alta tecnologia aplicada. Trabalha com diferentes tecnologias como gestão de pressão, monitoramento inteligente das informações de campo, pesquisa de vazamento por métodos não tradicionais, gestão de ativos, plano de renovação consolidando informações de diversas fontes em uma única plataforma. Visa agregar valor ao sistema de abastecimento e a melhoria de seu desempenho por meio de tecnologias integradas para a redução de água não faturada, aumento da vida útil dos ativos, redução do custo de energia, garantia do fornecimento, eficiência do abastecimento e a redução de interrupções.

Introdução

Aproximadamente 2/3 da população mundial enfrenta escassez de água ao menos um mês por ano. Hoje a água não faturada representa 35% no mundo ou cerca de 50 Bilhões de m³/ano de água, ou seja, aproximadamente 15 Bilhões de dólares de prejuízos econômicos anuais. Esse fato se deve a um conjunto de fatores que contribuem para um sistema de gestão da água ineficiente, com um alto índice de perda de água.

O Water Network Service é uma ferramenta de gestão avançada que, por meio de tecnologias integradas em uma única plataforma, torna o sistema de gestão da água muito mais eficiente, melhorando o seu desempenho em diferentes etapas do abastecimento. Para que essa tecnologia garanta melhores resultados é muito importante que o sistema seja alimentado com a maior quantidade de informações possíveis, que podem ser importadas de diversas plataformas ou mesmo de sistemas de monitoramento diferentes, pois a análise inicial e o diagnóstico são feitos com base nas informações existentes para que seja feita uma melhor avaliação do sistema do abastecimento.

Por meio dessas informações, esta alternativa de otimização combina diferentes tecnologias como gestão de pressão, monitoramento inteligente das informações de campo, pesquisa de vazamento por métodos não tradicionais, gestão de ativos e plano de renovação. Tudo isto reunido em uma única plataforma que têm a capacidade de absorção das diversas informações e fontes diversificadas, gerando uma visão completa do sistema, facilitando a gestão e a tomada de decisão.

Autores: Flavio Henrique Javares Lemos; Michel Mathez e Thais Foffano.

baixe-aqui

Últimas Notícias:
El Niño Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

El Niño: Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

Cerca de R$ 300 milhões teriam sido gastos pelo governo federal em dragagens emergenciais nas hidrovias da Amazônia nos últimos três anos. O problema, segundo armadores e operadores logísticos da região. É que boa parte dessas intervenções chegou tarde demais, quando a seca já havia produzido seus efeitos mais severos e os rios começavam a recuperar seus níveis. Agora, em ano de super El Niño, o setor teme a repetição desse roteiro.

Leia mais »
O Mar Não é Estação de Tratamento O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Mar Não é Estação de Tratamento: O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Brasil está diante de uma decisão ambiental de enorme relevância, embora ainda pouco percebida pela sociedade: a revisão da Resolução Conama nº 430/2011, norma que estabelece as condições e padrões para o lançamento de efluentes em corpos hídricos. O que pode parecer um debate técnico restrito a especialistas, na verdade, impacta diretamente a qualidade de nossos rios, estuários, baías, manguezais, zonas costeiras e oceanos. Em outras palavras, afeta a saúde ecológica do país e, por consequência, a da população.

Leia mais »
Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Os investimentos em saneamento básico na Baixada Santista serão cinco vezes maior após a desestatização da Sabesp promovida pelo Governo de São Paulo. Serão R$ 8,1 bilhões em investimentos de 2026 até 2029 (média de R$ 2 bilhões por ano) para resolver desafios estruturais no abastecimento de água e esgoto. Além disso, R$ 2,43 bilhões já foram aplicados entre 2024 e 2025. Antes da desestatização, a média anual de investimentos foi de R$ 400 milhões por ano entre 2017 e 2024.

Leia mais »