saneamento basico

Para evitar enchentes, lagos dos parques de Curitiba/PR começam a ser dragados

Para tentar evitar as enchentes, que desde 2017 voltaram a ser dor de cabeça em Curitiba a cada chuva mais forte, a prefeitura vai dragar os lagos de parques que fazem parte do sistema de contenção de cheias.

O primeiro deles será o lago do Parque São Lourenço, onde as máquinas do sistema de dragagem começaram a operar nesta semana, com previsão de conclusão em cinco meses.

Na sequência, serão dragados os lagos dos parques Bacacheri, Bosque do Alemão, Barreirinha e Barigui. O valor a ser pago pela prefeitura à empresa que fará a dragagem dos lagos é de R$ 3 milhões.

Durante as dragagens, será retirado material orgânico do fundo dos lagos, como terra, folhas, galhos e areias. O objetivo é aumentar o potencial de captação de água da chuva dos lagos, ajudando assim a evitar enchentes.

Dragagem dos lagos

A dragagem dos lagos deve melhorar a qualidade da água dos rios da cidade. Tanto que, no caso do São Lourenço, o serviço é uma das ações que fazem parte da revitalização da Bacia do Rio Belém, dentro do Programa Amigos dos Rios da prefeitura. O programa teve origem na aprovação do Plano Municipal de Saneamento Básico, em dezembro de 2017, e no novo contrato de saneamento da cidade, firmado em junho de 2018 com a Sanepar.

Fonte: Gazeta do Povo

Últimas Notícias:
El Niño Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

El Niño: Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

Cerca de R$ 300 milhões teriam sido gastos pelo governo federal em dragagens emergenciais nas hidrovias da Amazônia nos últimos três anos. O problema, segundo armadores e operadores logísticos da região. É que boa parte dessas intervenções chegou tarde demais, quando a seca já havia produzido seus efeitos mais severos e os rios começavam a recuperar seus níveis. Agora, em ano de super El Niño, o setor teme a repetição desse roteiro.

Leia mais »
O Mar Não é Estação de Tratamento O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Mar Não é Estação de Tratamento: O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Brasil está diante de uma decisão ambiental de enorme relevância, embora ainda pouco percebida pela sociedade: a revisão da Resolução Conama nº 430/2011, norma que estabelece as condições e padrões para o lançamento de efluentes em corpos hídricos. O que pode parecer um debate técnico restrito a especialistas, na verdade, impacta diretamente a qualidade de nossos rios, estuários, baías, manguezais, zonas costeiras e oceanos. Em outras palavras, afeta a saúde ecológica do país e, por consequência, a da população.

Leia mais »
Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Os investimentos em saneamento básico na Baixada Santista serão cinco vezes maior após a desestatização da Sabesp promovida pelo Governo de São Paulo. Serão R$ 8,1 bilhões em investimentos de 2026 até 2029 (média de R$ 2 bilhões por ano) para resolver desafios estruturais no abastecimento de água e esgoto. Além disso, R$ 2,43 bilhões já foram aplicados entre 2024 e 2025. Antes da desestatização, a média anual de investimentos foi de R$ 400 milhões por ano entre 2017 e 2024.

Leia mais »