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Biomassa de cana-de-açucar é tema de estudo

Apesar de ainda o biocombustível não ser algo tão expressivo no Brasil, o site Etanol, uma atitude inteligente mostra que desde que ele foi inserido no mercado de combustíveis cerca de 300 milhões de toneladas de CO2 deixaram de ser emitido na atmosfera, o que é equivalente ao plantio de 2,1 bilhões de árvores nativas, as quais deveriam ser plantadas para compensar a poluição que o combustível tradicional causa.

O setor Sucroenergético brasileiro vem ganhando força e se destacando no país. Sua capacidade de conversão de energia solar em produção de biomassa vem sendo bastante eficiente e consequentemente vem gerando uma grande produção de biomassa agrícola.

De acordo com Marcelo Pierossi, da Agro Performa Consultoria Agrícola, atualmente o processo para a produção de etanol é bastante vantajoso para o setor de bioenergia, já que a biomassa residual que é disponibilizada pelo processo pode contribuir para a geração de energia térmica, elétrica e também na produção de etanol celulósico.

Hoje em dia de acordo com Pierossi tanto a palha como o bagaço da cana de açúcar podem ser reaproveitados para a geração de energia limpa, favorecendo tanto o meio ambiente, como o setor. Segundo ele a quantidade de biomassa produzida e utilizada corresponde a 154 milhões de toneladas de cavaco de madeira que deixarão de ser utilizados.

As questões que envolvem a palha ainda estão sendo estudadas. O grande desafio encontrado pelos pesquisadores é a utilização da mesma de forma racional e que a torne economicamente viável.
Entre os pontos a serem discutidos sobre ela é o efeito agronômico que a mesma tem sobre o solo e a cultura da cana. A boa noticia é que já existem estudos que mostram que o recolhimento desse material pode ser feito de forma respeitável, onde todos os aspectos necessários são feitos de forma correta.

Fonte: BiomassaBr
Foto: BiomassaBr

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