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Prefeituras devem buscar sustentabilidade econômico-financeira para limpeza pública, defende Abetre

A erradicação dos lixões é mais uma questão econômica do que meramente ambiental.

Como a limpeza pública é o serviço que mais pesa no orçamento municipal, ficando atrás apenas do custo com a folha de pagamento, é necessário que a gestão municipal adote medidas que contemplem a sustentabilidade econômico-financeira da prestação contínua desses serviços essenciais.

A afirmação foi feita pelo presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre), Carlos Fernandes, durante o Workshop de Saneamento Básico da FIESP, que discutiu os “Desafios da Gestão de Resíduos Urbanos”.

A principal proposta apresentada pela Abetre na área de limpeza pública é a criação de receita vinculada e sistemas de arrecadação municipal.

A entidade também defende ainda a regionalização do serviço de disposição de resíduos domésticos, seja por meio de consórcios municipais ou via contratos de adesão com a participação da União e dos Estados.

Realizado no dia 19 de julho, o evento contou também com a participação da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), do Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de SP (Selur) e da Associação Brasileira Resíduos Sólidos (ABLP), além do representante jurídico do município de Pedreira (SP), que apresentou as soluções de gestão de resíduos desenvolvidas na região.

Fonte: Abetre

 

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