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CAB alega que contrato não prevê universalização da água em Cuiabá

Cobrada sobre a universalização do abastecimento de água em Cuiabá, a concessionária do serviço, a CAB Cuiabá, alega que o contrato de concessão, firmado há três anos, não estabelece prazo para esse trabalho. Segundo a empresa, o termo usado no documento é índice de cobertura de água, que também não teria prazo para ser feito.

O diretor da empresa, Antônio Dallalana, disse que a CAB assumiu o serviço diferente do que estava previsto no contrato e, por causa disso, teve que fazer mais do que o previsto. “Essa palavra universalização não faz parte do nosso contrato. Não está fixada em nosso contrato”, declarou. No entanto, ele afirma que as dificuldades não atrapalharam as metas.

“Quando nós assumimos, encontramos uma cidade que tinha 30% de continuidade de água, que quer dizer água todos os dias, e 70% de intermitência. Nos três anos, a gente conseguiu inverter esses percentuais. Hoje temos 71% de continuidade e 29% de intermitência”, afirmou.

De acordo com a concessionária, o índice de cobertura de água que era de 85% e deveria ter sido de 99%. “Conseguimos fazer com que chegasse a 100%. E isso é universalização, mas essa palavra não faz parte do nosso contrato”, disse o diretor.

Segundo ele, a CAB está cumprindo o contrato, levando a rede a todas as casas, mas a prefeitura alega que isso não basta.

Diante das inúmeras reclamações de falta d’água e da polêmica em relação aos serviços de tratamento e abastecimento de água, o diretor deve ir até a Câmara de Vereadores da capital para prestar esclarecimentos aos parlamentares.

Dallalana explicou que, nesses três anos de concessão, foram gastos mais de R$ 800 milhões e R$ 260 milhões em investimentos.

A prefeitura notificou a concessionária em abril deste ano. O município alega que a concessionária não comprovou se cumpriu o combinado sobre o abastecimento ou não.

Fonte e Agradecimentos: http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2015/05/cab-alega-que-contrato-nao-preve-universalizacao-da-agua-em-cuiaba.html

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