Saneamento: Comissão na Câmara aprova PL que veda tarifa por consumo mínimo
A CDU (Comissão de Desenvolvimento Urbano), da Câmara dos Deputados, aprovou quarta-feira, dia 20 de Maio de 2026, o PL
22/05/2026
A CDU (Comissão de Desenvolvimento Urbano), da Câmara dos Deputados, aprovou quarta-feira, dia 20 de Maio de 2026, o PL
Belo Horizonte. O TCE-MG (Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais) autorizou, nesta segunda-feira (18), o andamento do processo
Diretora-presidente da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico defende padronização de regras para atrair investimentos para o setor
A SP Águas — Agência Paulista de Águas — acaba de comemorar seu primeiro ano de atuação com um avanço
A Associação Brasileira de Agências Reguladoras (ABAR) levará reguladores de agências de todo o país a Aracaju, entre 24 e
Com o aprofundamento do processo de privatização no período recente, o papel das agências reguladoras se tornou ainda mais importante.
O Plano de Saneamento Básico de Bertioga, sancionado pelo prefeito Caio Matheus (PSDB), foi aprovado pela Câmara Municipal e deu mais
Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil 2017 faz balanço da situação das águas do País em aspectos como secas e
O objetivo da Ana é administrar os rios e lagos, evitando que a soma desordenada dos interesses individuais resulte em
A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Agrese), em mais uma iniciativa em prol da sociedade sergipana,
Na última semana, uma empresa espanhola chamada Acciona venceu o leilão da Cagepa na bolsa de valores de São Paulo para assumir, por meio de uma Parceria Público-Privada, os serviços de esgotamento sanitário em 85 municípios paraibanos. São 48 na região do litoral e mais 37 cidades do Sertão.
O saneamento básico está diretamente ligado à qualidade de vida e à eficiência econômica de uma região. Segundo Diego Borges, profissional da área, quando esse conjunto de serviços é estruturado de forma consistente, cria-se uma base sólida para o crescimento sustentável. Entretanto, em contrapartida, a ausência de infraestrutura sanitária gera perdas invisíveis que comprometem produtividade, saúde e competitividade. Com isso em mente, acompanhe a leitura e entenda como essa dinâmica influencia decisões estratégicas e resultados de longo prazo.