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MPF e PF iniciam investigações em concessões privadas

A Polícia Federal parece mesmo não descansar.  Após a operação “Lava Jato”, que evidenciou movimentações financeiras na Petrobrás, a instituição, juntamente com o Ministério Público, passar a seguir os contratos de concessão de água e saneamento no Brasil.

A partir da operação “Águas de Palhoça”, iniciada pelo GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), a PF vem cruzando dados de empreiteiros, concessionários, e empresas prestadoras de serviços, que possivelmente poderiam ser usadas para lavagem de dinheiro.

Com a operação “Águas de Palhoça”, que prendeu e indiciou 13 pessoas  ( http://www.jfolharegional.com.br/mostra.asp?noticias=19205&Classe= ), a Polícia Federal passou a cumprir mandatos de busca e apreensão e condução coerciva de empresários e executivos ligados a contratos de infra-estrutura.

Também, foi baseada na operação “Águas de Palhoça” que a Assembléia Legislativa de Santa Catarina instaurou a CPI das Águas ( http://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/215549-cpi-do-mp-apontara-improbidade-administrativa.html ) que tornou indisponíveis os bens dos acusados ( http://wp.clicrbs.com.br/moacirpereira/2013/12/19/justica-decreta-indisponiveis-envolvidos-na-aguas-da-palhoca/?topo=67,2,18,,,67).

No final de 2014, a CPI das Águas apresentou seu relatório final e encaminhou o mesmo ao Ministério Público, que por sua vez envio ao MPF e Polícia Federal ( http://agenciaal.alesc.sc.gov.br/index.php/gabinetes_single/cpi-das-aguas-conclui-trabalhos-e-apresenta-relatorio)

Fonte: Ag. Midia News (AM4)

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