saneamento basico

Sabesp tem lucro de R$ 337,3 milhões no 2º trimestre, alta de 11,5%

SÃO PAULO  –  A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) teve lucro líquido R$ 337,3 entre os meses de abril e junho, um aumento de 11,5% na comparação com o mesmo período do ano passado.  A receita operacional líquida da companhia avançou 2,5% no período, para R$ 2,82 bilhões, enquanto os custos e despesas da Sabesp, que consideram custos de construção, totalizaram R$ 2,4 bilhões, um aumento de 1,5%. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos depreciação e amortização) ajustado avançou 14,3% de abril a junho, somando R$ 756,6 milhões.

A receita operacional bruta, relacionada à prestação de serviços de água e esgoto, que não considera receita de construção, por sua vez, teve um decréscimo de 7,9%. O valor do período foi de R$ 2 bilhões.

De acordo com a companhia, a receita bruta foi impactada pelo programa de incentivo à redução no consumo de água, que prevê a concessão de bônus para os clientes que reduzirem o consumo de água. Apenas no segundo trimestre, o efeito da medida foi de R$ 231 milhões. Entre abril e junho de 2014, a concessão de desconto somou R$ 88,1 milhões.

Além disso, a empresa sofreu com uma queda de 8,3% no volume faturado de água e de 6,3% no volume faturado de esgoto. Ao mesmo tempo, a Sabesp destaca a ocorrência de uma redução no preço médio faturado. Isso porque houve migração de clientes para as faixas de menor volume de consumo.

Fonte:  http://www.valor.com.br/empresas/4179258/sabesp-tem-lucro-de-r-3373-milhoes-no-2-trimestre-alta-de-115

Últimas Notícias:
El Niño Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

El Niño: Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

Cerca de R$ 300 milhões teriam sido gastos pelo governo federal em dragagens emergenciais nas hidrovias da Amazônia nos últimos três anos. O problema, segundo armadores e operadores logísticos da região. É que boa parte dessas intervenções chegou tarde demais, quando a seca já havia produzido seus efeitos mais severos e os rios começavam a recuperar seus níveis. Agora, em ano de super El Niño, o setor teme a repetição desse roteiro.

Leia mais »
O Mar Não é Estação de Tratamento O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Mar Não é Estação de Tratamento: O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Brasil está diante de uma decisão ambiental de enorme relevância, embora ainda pouco percebida pela sociedade: a revisão da Resolução Conama nº 430/2011, norma que estabelece as condições e padrões para o lançamento de efluentes em corpos hídricos. O que pode parecer um debate técnico restrito a especialistas, na verdade, impacta diretamente a qualidade de nossos rios, estuários, baías, manguezais, zonas costeiras e oceanos. Em outras palavras, afeta a saúde ecológica do país e, por consequência, a da população.

Leia mais »
Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Os investimentos em saneamento básico na Baixada Santista serão cinco vezes maior após a desestatização da Sabesp promovida pelo Governo de São Paulo. Serão R$ 8,1 bilhões em investimentos de 2026 até 2029 (média de R$ 2 bilhões por ano) para resolver desafios estruturais no abastecimento de água e esgoto. Além disso, R$ 2,43 bilhões já foram aplicados entre 2024 e 2025. Antes da desestatização, a média anual de investimentos foi de R$ 400 milhões por ano entre 2017 e 2024.

Leia mais »