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Cobertura de esgotamento sobe de 19% para 35,65% em Teresina/PI

Imagem Ilustrativa

Em três anos, Teresina evoluiu sua cobertura de esgoto de 19% para 35,65%.

Hoje, 291.828 teresinenses, têm acesso ao serviço de esgotamento e contam com melhores condições sanitárias.  O índice de cobertura já foi homologado pela Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos de Teresina (Arsete).

A ampliação da cobertura de esgotamento sanitário traz impactos positivos no desenvolvimento da cidade, com ganhos socioeconômicos e qualidade de vida. Os benefícios compreendem ainda a preservação dos corpos hídricos e do meio ambiente, além do desenvolvimento de setores importantes da economia, como turismo e valorização imobiliária.

Neste ano, bairros como Tancredo Neves, Monte Castelo e Nova Brasília, estão recendo obras de esgotamento sanitário. No Tancredo Neves, está sendo construída uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) e redes coletoras que irão atender a cerca de 1.200 famílias na região. Nos bairros Nova Brasília, zona Norte e Monte Castelo, zona Sul, as equipes da Águas de Teresina têm atuado na ampliação do serviço para atender mais moradores.


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Investimentos

Todas as obras estão alinhadas ao cronograma do Plano de Investimento em Esgoto que foi apresentado à cidade em 2018, que traz diretrizes para projetos, obras e investimentos para que, ao longo dos próximos anos, toda a área urbana da capital tenha acesso ao serviço de esgotamento sanitário.

“Nosso grande foco é seguir cumprindo com nossas metas e intensificar as ações de esgotamento sanitário, contribuindo para vidas mais saudáveis e dignas. O acesso a esse serviço é fundamental para termos uma cidade com qualidade de vida e mais valorizada nos aspectos econômico, social, imobiliário e turístico, garantindo o mais importante: saúde”, diz Cleyson Jacomini, diretor-presidente da Águas de Teresina.

A meta contratual prevê a ampliação da rede de esgoto de forma gradativa, chegando a 90% até 2033. Todos os prazos estão alinhados ao que prevê o novo marco regulatório do saneamento básico.

Fonte: Cidade Verde.


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A geração de lodo é uma consequência inevitável dos processos de tratamento de água e esgoto. Esse resíduo é formado principalmente por sólidos suspensos removidos durante as etapas físico-químicas ou biológicas do tratamento, apresentando, em geral, elevado teor de umidade. Em muitos casos, o lodo recém-gerado possui mais de 95% de água, o que implica em grandes volumes a serem armazenados, transportados e destinados adequadamente.

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