saneamento basico

Joinville/SC terá a maior estação de tratamento de esgoto de Santa Catarina

Com orçamento de R$ 64 milhões, a ETE Jarivatuba vai tratar 90% do esgoto gerado em Joinville/SC.

Nos próximos meses, a Companhia Águas de Joinville vai inaugurar a maior Estação de Tratamento de Esgoto de Santa Catarina. Com capacidade de tratar 600 litros por segundo – três vezes mais do que é tratado hoje – a unidade está sendo construída no bairro Jarivatuba e deve começar a operar com capacidade parcial em outubro deste ano. O complexo é responsável pelo tratamento de 90% do esgoto sanitário gerado em Joinville, que hoje tem 34% das residências ligadas à rede.

Com orçamento de quase R$ 64 milhões ( valor captado de crédito a fundo perdido do Orçamento Geral da União ), a previsão é que a ETE beneficie bairros das regiões Norte, Leste, Central e Sul da cidade. Ela também é considerada uma das mais modernas da América Latina, porque substitui o atual modelo biológico – com o uso de lagoas de estabilização – para um sistema tecnológico de gestão e tratamento dos resíduos. A nova ETE realizará o tratamento do esgoto por meio de um processo chamado Lodos Ativados por Batelada. “Neste sistema, nós temos total controle do tratamento em todas as etapas. O sistema também faz com que mau cheiro seja mínimo para os moradores do entorno” diz Luana Siewert Pretto, presidente da Águas.

eta

eta

Leia também: Canela anuncia novas ETE’s

Projeto da ETE

O projeto na nova ETE prevê a capacidade de tratar até 900 litros por segundo. Conforme a presidente, a quantidade será contemplada na próxima fase de execução. Outras estações devem ser construídas na cidade, nos bairros Jardim Paraíso e Vila Nova. As licenças ambientais já estão garantidas e a intenção é começar as obras ainda em 2019. A ETE do Espinheiros também passará por ampliação nos próximos meses. O início da ativação da nova ETE Jarivatuba vai ficar para novembro ou dezembro. Havia a previsão de início das operações em outubro, mas há necessidade de concluir a instalação do emissário da estação.

eta

O projeto na nova ETE prevê a capacidade de tratar até 900 litros por segundo. Conforme a presidente, a quantidade será contemplada na próxima fase de execução. Outras estações devem ser construídas na cidade, nos bairros Jardim Paraíso e Vila Nova. As licenças ambientais já estão garantidas e a intenção é começar as obras ainda em 2019. A ETE do Espinheiros também passará por ampliação nos próximos meses. O início da ativação da nova ETE Jarivatuba vai ficar para novembro ou dezembro. Havia a previsão de início das operações em outubro, mas há necessidade de concluir a instalação do emissário da estação.

Fonte: NSC total.

Últimas Notícias:
Gestão de ativos no saneamento Como sair do controle reativo para uma operação previsível EOS Systems

Gestão de ativos no saneamento: Como sair do controle reativo para uma operação previsível | EOS Systems

Sair do modo “apagar incêndios” para uma operação previsível é o divisor de águas entre empresas que sobrevivem e aquelas que se tornam referências de eficiência. No setor de saneamento, a gestão de ativos é a chave para transformar a infraestrutura invisível (tubulações enterradas) em dados estratégicos, fornecendo informações que guiarão decisões de alto impacto.

Leia mais »
Se toca! O lixo é nosso!

Se toca! O lixo é nosso!

Vivemos em uma sociedade marcada pelo consumo crescente. Nas últimas décadas, a expansão da produção industrial, da urbanização e do consumo de bens ampliou significativamente a geração de resíduos sólidos em todo o mundo.

Leia mais »
ESTUDO DE CASO BATIMETRIA E RECUPERAÇÃO DA CAPACIDADE OPERACIONAL EM ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTO SBV Engenharia Ambiental (3)

Estudo de Caso: Batimetria e recuperação da capacidade operacional em estações de tratamento de esgoto | SBV Engenharia Ambiental

A operação de Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) está diretamente condicionada à manutenção de sua capacidade hidráulica efetiva que, ao longo do tempo, progressivamente é comprometida pelo acúmulo de lodo nas unidades de tratamento. Tal fenômeno representa uma das principais causas de perda de eficiência, especialmente em sistemas baseados em lagoas de estabilização e reatores biológicos de grande volume.

Leia mais »