saneamento basico

Prefeito quer financiamento externo para obras de saneamento em SP

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou na manhã desta terça-feira, 14, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, que pretende pedir empréstimo ao Banco Mundial para realizar obras de saneamento em São Paulo. Ele o governador Geraldo Alckmin (PSDB) devem viajar a Nova York e Washington, nos Estados Unidos, em maio.

O objetivo é obter financiamento para ampliar a rede da Companhia do Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e também para intensificar as ações do programa Córrego Limpo.

Doria se mostrou otimista com a aceitação dos investidores visitados em Dubai e Abu Dabi sobre o pacote de desestatização apresentado por ele. O prefeito afirmou que todos os programas serão colocados em prática neste ano, com reflexos em 2018 e 2019.

“Estamos confiantes neste sentido. O cenário político e também econômico é bastante favorável hoje. Temos maioria na Câmara e boa relação com o Tribunal de Contas do Município”, disse o prefeito.

Doria espera captar US$ 7 bilhões com todo o programa – são 55 ativos municipais a serem privatizados ou concedidos.

A iniciativa da Prefeitura deverá ser seguida por outros Estados, municípios e pelo próprio governo federal, acredita Doria. “São Paulo é líder no País. Na medida em que estamos fazendo um esforço de apresentar o Brasil e, especificamente, São Paulo, damos um sinal muito positivo de que o País está aberto novamente aos programas de privatizações.”

Fonte: Estadão Conteúdo

Últimas Notícias:
Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

02 de junho de 2026 – A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) lançou uma chamada pública para identificar projetos interessados no fornecimento de biometano ao estado, movimento que pode impulsionar novos investimentos e ampliar a participação de Minas Gerais em um dos segmentos mais promissores da transição energética brasileira e no aproveitamento econômico de resíduos para produção de combustível renovável.

Leia mais »

O saneamento e a hipocrisia ambiental

Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.

Leia mais »