Estado de São Paulo tem maior investimento em saneamento do país

Entre 2010 e 2012, São Paulo lidera com folga os aportes realizados no país, sendo responsável por 35,4% do total investido

Um relatório divulgado pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) revelou que São Paulo é o Estado que mais investe em saneamento em todo o país. Divulgado em abril deste ano, o relatório se refere a 2012 e possui as informações mais recentes disponibilizadas pelo SNIS.

O documento aponta que, entre 2010 e 2012, o Estado de São Paulo lidera com muita folga os investimentos realizados no país, sendo responsável por 35,4% do valor total investido. Para se ter uma ideia, somente em 2012 São Paulo investiu R$ 3,3 bilhões em saneamento, seguido pelo Estado de Minas Gerais, com R$ 986,9 milhões.

Ainda em 2012, São Paulo foi o Estado que mais empregos por meio dos investimentos no setor, com um total de 176.279 novos postos de trabalho. Além disso, o Estado possui mais de 90% de atendimento urbano de água e figura entre os únicos dois Estados (junto com Minas Gerais) que possuem mais de 70% de atendimento urbano de esgoto. O “Diagnóstico de Serviços de Água e Esgoto” 2012 pode ser acessado no site do SNIS.

Fonte: Estado de São Paulo

Veja mais: http://saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia2.php?id=237413&c=6

Últimas Notícias:
Baseform Atualização contínua dos Modelos Hidráulicos

Baseform | Atualização contínua dos Modelos Hidráulicos

A maioria dos modelos é calibrada de vez em quando, e rapidamente se desatualiza — a rede muda, o consumo altera, são adicionadas novas ligações e o modelo perde silenciosamente o contato com a realidade. As equipes de operação e planejamento que trabalham com um modelo desatualizado estão, na prática, navegando de noite com um mapa obsoleto.

Leia mais »

Indicadores que toda concessionária deve acompanhar para aumentar a eficiência operacional | EOS Systems

A gestão de uma concessionária ou autarquia de saneamento é um exercício constante de equilíbrio entre conformidade regulatória, sustentabilidade econômico-financeira e nível de serviço ao cliente. Com o avanço das metas exigidas pelas agências reguladoras e a necessidade de otimização de recursos (OPEX), mensurar apenas o faturamento bruto e o volume faturado é uma prática obsoleta e perigosa.

Leia mais »