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SP: Padilha promete pacote de R$ 13 bi para crise de água

O candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha, divulgou um plano de R$ 13 bilhões em investimentos, caso seja eleito, para combater a crise de água do Estado. Seriam R$ 5 bilhões de obras emergenciais e estruturantes e R$ 8 bilhões para manutenção e redução de perdas em quatro anos.
O programa de recuperação da segurança hídrica apresentado à imprensa na última sexta-feira (1), prevê obras para interligar rios e represas, construção de barragens e de um sistema produtor em São Lourenço.
Os recursos viriam de parte dos lucros da Sabesp e do governo federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento. As obras, segundo ele, ficariam prontas até 2018, último ano de mandato do próximo governo. Padilha disse que manteria bônus de 30% de desconto na conta de quem economizar 20% do consumo e daria incentivo tributário para atividades industriais e serviços urbanos que façam reuso e captem água da chuva.
O candidato não respondeu se faria racionamento antes de as obras estarem prontas, senão que agiria com “transparência” à população. Ele disse ser “contra” medidas como a sobretaxa para quem aumenta o uso da água. Além dos investimentos, o petista atacou o governo de Alckmin. Segundo ele, desde a renovação da outorga no sistema Cantareira, em outubro de 2004, já se apontava uma série de ações que deviam ter sido feitas para evitar a crise. “Se o governador tivesse cumprido compromisso nos prazos estipulados, São Paulo não estaria vivendo falta de água”.
Em um evento ao lado do primeiro-ministro japonês, Geraldo Alckmin disse que a política de gestão dos Recursos Hídricos permanecerá inalterada.
“Não pretendemos mudar nossa estratégia. A população tem aderido através do uso racional de água e seria uma atitude irresponsável fazer racionamento”.
Ontem, o candidato petista fez caminhada no bairro do Grajaú, na zona sul da capital, acompanhado do prefeito Fernando Haddad. Alckmin acompanhou Aécio Neves em agenda na cidade de São José dos Campos. No sábado, Paulo Skaf (PMDB) também cumpriu agenda na capital.

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