saneamento basico

Fossa Séptica Biodigestora proporciona saneamento em comunidades rurais

Como forma de ampliar o acesso ao saneamento básico, a Embrapa Instrumentação de São Paulo desenvolveu a tecnologia da fossa séptica biodigestora e está difundido instruções para sua aplicação entre produtores rurais. Sobre o assunto, o Brasil Rural conversou com o  supervisor do Setor de Gestão da Implementação da Programação de Transferência de Tecnologia da Embrapa, Carlos Renato Marmo.

No Brasil, dos 30 milhões de habitantes da zona rural e comunidades mais isoladas, apenas 22% tem acesso ao saneamento básico. Desses, boa parte utiliza a fossa negra, responsável pela contaminação das águas subterrâneas, ou fazem o descarte direto em rios e córregos, o que contamina a água superficial.

Fossa Séptica Biodigestora
Em 2003, a fossa biodigestora recebeu o Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, conquistando o produtor rural de norte a sul. Segundo Carlos, além de barata, a tecnologia visa melhorar a saúde e a qualidade de vida desses moradores. Atualmente, os estados que mais a utilizam são Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.
http://saneamentobasico.rds.land/aguas-subterraneas
Fonte: Rádios EBC
https://www.linkedin.com/company/10462300/
Últimas Notícias:
Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

02 de junho de 2026 – A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) lançou uma chamada pública para identificar projetos interessados no fornecimento de biometano ao estado, movimento que pode impulsionar novos investimentos e ampliar a participação de Minas Gerais em um dos segmentos mais promissores da transição energética brasileira e no aproveitamento econômico de resíduos para produção de combustível renovável.

Leia mais »

O saneamento e a hipocrisia ambiental

Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.

Leia mais »