saneamento basico

Museu chinês será construído com CDs e DVDs reaproveitados

O escritório chinês Miniwis de design e tecnologia é o responsável pelo projeto do iGreen, um museu de aviação com cinema 5D a ser construído em Kunshan, na China. O grande diferencial do projeto é o fato de ter CDs e DVDs reaproveitados como as principais matérias-primas da construção.

A intenção é tornar o iGreen uma das maiores estruturas esféricas do mundo, com um diâmetro que chega a 50 metros quadrados. Além do formato e da reutilização de materiais que seriam descartados, a edificação será desenvolvida de forma a permitir o cultivo de plantas e árvores endêmicas, criando um microclima.

O museu será construído para suportar situações extremas, como rajadas de vento, chuva ácida, terremotos e a incidência de raios ultravioletas. Yen Christopher, engenheiro chefe de materiais da Miniwiz, explicou que o processo que transformará os CDs na estrutura do museu é algo sem precedentes.

A cúpula resultante deste material permitirá a entrada da iluminação natural e ainda proporcionará aos visitantes uma visão extraordinária da noite. O procedimento surge como uma alternativa aos resíduos, mas também deve atuar de maneira educativa, conscientizando a população sobre a importância da reciclagem e da responsabilidade sobre os resíduos pós-consumo.

O iGreen deve ser finalizado em 2015, com a promessa de ser uma referência em arquitetura sustentável, reutilização de materiais, modularização e construção rápida.

Fonte: CicloVivo
Veja mais: http://ciclovivo.com.br/noticia/museu-chines-sera-construido-com-cds-e-dvds-reaproveitados

Últimas Notícias:
Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

02 de junho de 2026 – A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) lançou uma chamada pública para identificar projetos interessados no fornecimento de biometano ao estado, movimento que pode impulsionar novos investimentos e ampliar a participação de Minas Gerais em um dos segmentos mais promissores da transição energética brasileira e no aproveitamento econômico de resíduos para produção de combustível renovável.

Leia mais »

O saneamento e a hipocrisia ambiental

Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.

Leia mais »