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Saiba quais pilhas e baterias são mais nocivas ao meio ambiente e à saúde

Confira cada uma pelo grau de periculosidade do componente químico.

Cerca de 1% do lixo produzidos nas cidades é composto por resíduos sólidos que contém elemento tóxicos, entre eles estão pilhas e baterias, que são descartadas no lixo sem levar em conta a sua composição de materiais pesados e substâncias tóxicas que são prejudiciais à saúde.

Metais como cobre, mercúrio, chumbo, zinco, manganês, níquel, lítio e cádmio são bioacumulativos e quando descartados indevidamente em lixões ou aterros sanitários, podem vazar e contaminar água, solo e ar, causando danos irreversíveis. A reciclagem de pilhas e baterias ainda engatinha no Brasil, visto que o processo não é barato e nem simples, exigindo que as empresas separem mecanicamente os componentes os diversos metais da composição. Algumas empresas priorizam a reciclagem das baterias que são mais nocivas a natureza, tais como as de cádmio, chumbo e mercúrio.

Para te ajudar a entender o nível de danos causados por cada tipo de pilha, a Magus, fabricante de contatos e conectores para pilhas e baterias, ordenou-as pelo grau de periculosidade do componente químico. Confira abaixo:

Bateria de mercúrio

O mercúrio é apontado como o material mais perigoso utilizado para fabricação de baterias. Era normalmente usada em calculadoras e relógios e possui um formato de moeda achatada. Listado como uma das 20 substâncias mais perigosas à saúde e ao meio ambiente, o mercúrio foi proibido na fabricação de baterias, porém ainda existem produtos duvidosos que contam com este material em sua composição. Fique atento à procedência.

Bateria de chumbo

Na segunda posição, estão as baterias de chumbo, normalmente, utilizadas em motores de veículos como carros, caminhões, tratores e ônibus. Principal material da composição desta bateria, o chumbo causa danos ao nosso sistema nervoso central, medula óssea e rins, além deste essas fontes de energia possuem também uma solução de ácido sulfúrico, extremamente danosa.

Bateria de níquel-cádmio

Muito utilizada em câmeras, notebooks e telefones sem fio antigos, esta bateria fica em terceiro lugar entre as mais danosas. Utilizada na maioria dos aparelhos eletrônicos há alguns anos atrás, o uso tem sido reduzido. Os prejuízos causados pela bateria são circunstanciais, visto que é composta por dois materiais diferentes. O níquel é conhecido por causar dermatites, câncer e lesões respiratórias, mas o cádmio é mais perigoso e origem de problemas digestivos, pulmonares e câncer.

Baterias de níquel metal hidreto, íons de lítio e pilhas comuns

Em conjunto em último lugar, estas baterias são semelhantes se comparado os níveis de toxicidade. Normalmente, o níquel metal hidreto é utilizado em pilhas recarregáveis que, ao menos, contribuem para o meio ambiente devido a possibilidade de recarga e reutilização.

Fonte: Ciclo Vivo

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