saneamento basico

Sistema Cantareira registra nova alta nesta quarta

Sistema Alto Cotia também teve alta. Em março, represas receberam mais água do que a média para o mês.

O nível de água do Sistema Cantareira voltou a registrar alta nesta quarta-feira (6) e opera com 66% da sua capacidade, considerando as duas cotas do volume morto, segundo dados divulgados pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Na terça-feira (5), o manancial operava com 66%.

Em março, as represas receberam 179,6 mm, o equivalente a 0,89% acima do esperado para todo o mês, que era 178 mm. Em 30 de dezembro de 2015, o Sistema Cantareira deixou a dependência do volume morto após 19 meses.

Apenas o Cantareira e o Alto Cotia registraram alta nesta terça. Os outros sistemas perderam água.

Veja o nível de todos os sistemas:
– Cantareira: 66% da capacidade
– Alto Tietê: 42,7% da capacidade
– Guarapiranga: 85,9% da capacidade
– Alto Cotia: 100% da capacidade
– Rio Grande: 95,1% da capacidade
– Rio Claro: 101,7% da capacidade

Índices
Após uma ação do Ministério Público, aceita pela Justiça, a Sabesp passou a divulgar outros dois índices do Cantareira. Nesta terça, o segundo índice estava em 51,1% e considera o volume armazenado na capacidade total, incluída a área do volume morto. O terceiro índice leva em consideração o volume armazenado menos o volume morto na área total dos reservatórios e estava em 36,7% nesta manhã.

O Cantareira chegou a atender 9 milhões de pessoas só na Região Metropolitana de São Paulo, mas atualmente abastece 5,7 milhões por causa da crise hídrica que atingiu o estado em 2014. Os sistemas Guarapiranga e o Alto Tietê absorveram parte dos clientes, para aliviar a sobrecarga do Cantareira durante o período de estiagem.

Fonte: G1
Foto: Divulgação

Últimas Notícias:
Como estruturas de drenagem evitam enchentes nos centros urbanos

Como estruturas de drenagem evitam enchentes nos centros urbanos?

Os projetos de Engenharia desempenham um papel essencial na preparação das grandes cidades para períodos de chuvas intensas. Na Grande São Paulo, obras de drenagem e intervenções em infraestrutura urbana contribuem para reduzir os impactos causados pelos temporais e ampliar a proteção de comércios, moradias e vias públicas.

Leia mais »