saneamento basico
pauta-energetica

A pauta energética no Legislativo

Imagem Ilustrativa

A agenda energética virou prioridade absoluta no Congresso Nacional. O Legislativo tem voltado suas atenções para buscar soluções com vistas a neutralizar a alta nos preços da energia elétrica e dos combustíveis. Nesse sentido, criou-se uma pauta de propostas a ser analisada nos próximos dias.

O Legislativo tem voltado suas atenções para buscar soluções com vistas a neutralizar a alta nos preços da energia elétrica e dos combustíveis

A Câmara tem impulsionado essa agenda em função da disposição de seu presidente, deputado Arthur Lira (PP-AL), de atacar a questão. Contudo, as opções apontadas por ele nem sempre agradam aos players envolvidos. A começar pelo PLP nº 18/22, que limita em 17% o ICMS cobrado em energia, combustíveis, comunicações e transportes. A proposta aprovada pelos deputados na semana passada desagradou tanto aos governadores quanto ao governo federal. O projeto será analisado agora pelo Senado.

Lira colocará ainda em votação outras propostas, como a que cria transparência sobre as regras de composição de preços de derivados de petróleo praticados pela Petrobras (PL nº 3.677/21). O projeto não conta com a simpatia da estatal, pois avança sobre uma questão estratégica de mercado da companhia. Outro é o PL nº 1.143/21, que cria mecanismo de redução de tarifas de energia elétrica, mediante a compensação dos consumidores pela União com a redução de tarifas face a cobranças indevidas de tributos federais.


LEIA TAMBÉM: Regionalização do saneamento sofre resistências

Pauta Energética

Também constará da agenda mais um projeto que impacta as finanças estaduais. Trata-se do PLP nº 62/15, que impede a cobrança de ICMS sobre os adicionais cobrados dos consumidores na fatura de energia elétrica por conta das bandeiras tarifárias. Os governadores deverão se opor a mais essa proposta que reduz arrecadação dos estados.

No Senado, o PLP nº 18 será discutido esta semana pelo presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e pelos líderes partidários para definir o encaminhamento sobre a matéria. Também está no radar dos senadores uma solução mais rápida e caseira para os combustíveis. O Projeto de Resolução nº 24/18, que fixa alíquotas máximas de ICMS para gasolina, etanol e óleo diesel, pode ser aprovado pelos senadores e promulgado na sequência, sem necessidade de deliberação da Câmara. A intenção é estabelecer alíquota entre 10% e 12% para o diesel e 18% para os demais combustíveis. Entretanto, a aprovação do projeto não é tão fácil, já que requer voto favorável de 54 senadores.

Fonte: O Brasilianista.

Últimas Notícias:
Como estruturas de drenagem evitam enchentes nos centros urbanos

Como estruturas de drenagem evitam enchentes nos centros urbanos?

Os projetos de Engenharia desempenham um papel essencial na preparação das grandes cidades para períodos de chuvas intensas. Na Grande São Paulo, obras de drenagem e intervenções em infraestrutura urbana contribuem para reduzir os impactos causados pelos temporais e ampliar a proteção de comércios, moradias e vias públicas.

Leia mais »